GRUPO DE ESTUDOS DO LIVRO VERDE - CAPÍTULO 8

21/02/2018


Grupo de Estudos do Livro Uma Nova Consciência Para Uma Nova Humanidade

No sábado, dia 24 de fevereiro de 2018, tentaremos ver do capítulo 8.0 ao 8.5 do livro de capa verde. Os temas são bastante profundos e importantes.
Logo após o estudo, teremos uma confraternização com pratos partilhados.
  • 8.0 - Considerações Gerais
  • 8.1 - O mundo imperceptível no planeta desconhecido
  • 8.2 - L'amour - entrega total ou limitada
  • 8.3 - Sobre os mortos e o procedimento de despedida
  • 8.4 - Um morto por "e se..."
  • 8.5 - O procedimento de despedida


Alguns assuntos complementam o tema de estudo realizado dia 10 de fevereiro, sobre a vida após a vida e a vida antes da vida. Teremos uma charla complementar sobre esse tema no mês de março.



A VIDA DEPOIS DA VIDA E A VIDA ANTES DA VIDA

14/02/2018

Aqui está o tema principal, conforme lido no dia 10 de fevereiro de 2018, na charla de comemoração dos 18 anos do MOINTIAN. Os demais tópicos serão acrescentados aqui nos próximos dias.


50. A VIDA DEPOIS DA VIDA E A VIDA ANTES DA VIDA 

A morte ou o que ocorre depois, sob o ângulo atual 

A questão da vida após a vida pode ser analisada sob dois aspectos: o primeiro, sob o aspecto da vida comum, para quem está no processo evolutivo e sob o domínio da Campânula; o segundo, sob o ponto de vista de quem está fora desse domínio e de um ser liberto. 

1- sob o aspecto da vida comum, analisamos os detalhes de um ser que desencarna na segunda parte do livro branco, capítulo XXV, “o outro lado da vida”, que denota uma experiência de alguém que esteja em meio ao processo evolutivo, inconsciente do que ocorre com ele e com sua alma. É um ser que está em um nível de subconsciência, que ainda está subjugado por forças que o controlam, que moldam seu caráter, seu destino e sua atuação no plano físico. Isso foi o que, de uma forma incompleta, descrevi na segunda parte do livro branco. Havia, porém, naquele nível descrito, a interferência de seres de uma hierarquia obscura, sob a forma de um guia que atrapalhou na encarnação do personagem. 

2- sob o aspecto de um ser liberto, vimos o relato da terceira parte do livro branco, dos seres de dois mundos, quando mostra o processo sob o ponto de vista de alguém que atinge o cume da evolução e está fora do domínio da Campânula. Vimos nisso todo o significado do jogo das dimensões e dos seres que dominam o mundo. Vimos, também, que é possível sair desse jogo quando entramos no nível espiritual. 

É preciso lembrar o que se pode fazer por um ente querido que desencarna, que é o processo da despedida, conforme exposto no capítulo 8 do livro verde. É uma forma de desapegarmo-nos da pessoa que saiu da vida física. 

Na conclusão disso tudo, está a manifestação do nosso propósito como seres que precisam atingir a liberdade, uma liberdade muito mais ampla que aquela definida nos dicionários, e das definições sócio espirituais. 

Analisemos o aspecto da desencarnação, mas aceitando que temos uma alma e que continuamos com a vida após a vida. O que precisamos fazer, aqui, é analisar os pontos de vista, o que aceitamos e o que entendemos e o que queremos que seja nossa vida depois desta vida. 

Nesse processo, alguns dizem que escolhemos onde e como encarnar, ou as tarefas ou as situações pelas quais iremos passar na encarnação, como forma de crescimento e evolução espiritual. Se é assim, quem comanda ou escolhe isso? Nosso Eu Superior? Até onde estamos escolhendo de fato ou sendo induzidos a reproduzir uma vida de acordo com normas espirituais, mas que nos aprisionam em ciclos de vida e morte? 


O Processo de desencarnação 

Mas, como fazemos para realmente sairmos desse jogo? O que podemos fazer para programar uma boa desencarnação? Para isso, o essencial está na terceira parte do livro azul, na página 300. 

Ali, há dicas importantes para podermos criar e conectarmo-nos com uma dimensão que não seja a da Campânula. A preparação para a vida após a vida é essencial para aqueles que estão no trabalho espiritual poderem seguir tranquilos com suas vidas, e certos de que encontrarão um apoio seguro na sua saída do físico. Muitos grupos espiritualistas dão grande ênfase a esse processo, pois sabem que é importante estar no lugar certo, mesmo do outro lado da vida. O que fazem é preparar seus adeptos, especialmente os integrantes da classe sacerdotal, para que se reúnam com a sua egrégora no nível que estão atuando dos dois lados. 

Houve um tempo que era muito diferente o processo de saída do mundo físico. Era um processo muito mais lento, que exigia mais cuidados e que conduzia muito mais, também, para o lado da campânula e de toda a necessidade de compensações e carmas tão bem conhecidas de todos. 

Era necessário ter um tempo para cada corpo ser desprendido, passando por cada fase muito lentamente. Hoje, pode-se ver, quem acompanha o processo desde uma dimensão um pouco acima, que imediatamente à saída da essência que ali habitava aquele corpo físico, resta apenas uma carcaça sem vida nem memória. Assim, nem o ambiente precisa ter todo aquele cuidado anterior, de silencio e de respeito para a condução devida do ser que dali saiu. 

Mas, obviamente que estamos tratando de um processo que depende muito de cada pessoa e do que cada um está conectado para que seja feita a conexão com a devida dimensão. 


O que há lá, do outro lado? 

Dependendo do nível, há tipos de vidas, que são aprendizados ou doutrinações e programações para o tipo e ser que vai e que irá voltar. Deve-se lembrar que o fundamento de tudo isso é que o humano é combustível, bateria que alimenta os seres do astral. 

Há o tempo no limbo, que é aquele no qual se passa no astral profundo, como quem está no sono e não lembra. Neste ponto, do limbo, muitos passam a maior parte de suas entre vidas. Muitas memórias de tragédias vêm daí. 
Enquanto se é “parte de um todo”, tudo fica assim, sem domínio. E mesmo que estejamos fora disso, precisamos seguir as regras, pois aumentam as exigências que as leis da dimensão impõem. 

Tivemos muita notícia sobre as coisas que acontecem, as conexões, as possibilidades de colônias ou agrupamentos de seres quando se sai do corpo físico. A maioria dessas informações são de cunho espírita, e não condizem exatamente com o que se pretende conectar ou vivenciar ao se desligar do físico. 

Fato é que, atualmente, há um trabalho intenso para que o maior número de seres que desencarnem não precise encarnar novamente. Temos visto inúmeras bases, colônias, naves ou agrupamentos espirituais preparados para dar o suporte e a instrução necessários, mesmo para os que não tenham concluído de todo sua saída da Campânula. Então, esse processo continua, mesmo fora do físico. Isso é assim, atualmente, justamente pelo fato de que não se quer mais que continue o processo de encarnações, pelo menos para a parte da humanidade que esteja, o mínimo possível, ciente dessa possibilidade. 

O que determina o local ou para onde um ser seja remetido são as conexões que tenha feito em sua vida. e esse é um ponto essencial que precisa ser analisado. As conexões são as ligações energético-espirituais. 
O que dizem sobre predestinação ou que a vida já esteja traçada, é carma e é justamente uma das consequências de se estar sendo manipulado. 
Quanto mais vamos entendendo esse processo, por conta de uma evolução consciente, mais vamos deixando de ser dominados e começamos a sair da inconsciência. 
Para sair disso, é preciso parar de acreditar na fatalidade, que tudo é regido por uma força maior que comanda, que tudo tem uma explicação por causa de forças que nos dominam. Acreditar numa força interna que me motiva é o ideal, porque, assim, assumo que governo minha existência. 


PROGRAMANDO A VIDA ANTES DA VIDA 

Parece que estamos vivendo de uma maneira muito sem domínio do mundo quando deixamos que a vida aconteça sem que tenhamos uma participação mais ativa dela. Isso é assim quando ocorre, em nossa família, que um novo ser esteja a caminho. 

Temos falado sobre a morte, o momento de preparação para a morte e o que podemos viver após ela, mas temos esquecido da vida, do início da vida, e de como podemos programar ou conectarmo-nos com um nível de essências que venham preencher nossas vidas com as melhores manifestações de seres possíveis. Podemos fazer uma conexão com o nível das essências espirituais a fim de que venham, para o nosso convívio ou de nossos familiares, seres que nos preencham de alegria e que suas manifestações, no físico, sejam as mais libertadoras possível. 

Podemos usar uma série de técnicas que proporcionem atingir essa meta. São basicamente quatro passos a serem seguidos: 

1- EBM e Fusão Com a Hierarquia 
Inicia-se realizando o EBM. Assim que aquele nível do Estado Intermediário for alcançado, realiza-se a Fusão com a Hierarquia. A partir disso, entramos em outra dimensão para pedir auxílio, com o propósito de que o melhor se manifeste para a família. 
É importante, quando se estiver meditando, mentalizar essa dimensão como um ponto de luz, que na verdade é o contato sendo estabelecido com a essência do ser que estará vindo a fazer parte de nosso lar, por meio do nascimento em nossa família. 

2- Ativar os Símbolos: Cura Para Grupo (K) + Amor Devocional (E) + Materialização (F) 
Envia-se uma energia para todos os níveis do ser que requer o auxílio, a família, e para todos os níveis do ser que irá se manifestar. Isso possibilita que seja realizada uma visualização com o novo ser. 

3- Criar ou entrar em dimensão onde ocorre uma conversa entre o agente do procedimento e o ser que irá se manifestar, vendo o casal e o novo filho em harmonia e integração plena. É importante que o casal também realize meditações de conexão. 
O procedimento deve ser repetido periodicamente até a confirmação da gravidez. 

4- Realizar depois, quando engravidar e quando entrar nos três meses de gestação (embrião passa a ser feto). 

Os pais podem estar mentalizando junto, em todos os processos, querendo o equilíbrio, e que o ser a se manifestar seja pleno. 

Isso prepara a família e os envolvidos para que possam acolher, de uma maneira mais responsável, o novo ser. Isso vai criando uma atmosfera acolhedora, harmonizadora, pela qual será possível, aos seres que auxiliam o processo, em outras dimensões mais elevadas, possam ter a melhor receptividade possível. É importante salientar que o sucesso de tudo isso depende de muitos fatores, como a proposta do casal em si, de seu nível de contato interno, das possíveis conexões que tenham, com o processo interno individual, mas que é possível, sim, ter um ambiente acolhedor que possa transformar até mesmo as possíveis relações, que poderiam ser de sofrimento ou de tribulações mútuas, em harmonia. Ainda mais profundamente, se as pessoas envolvidas entendem do processo interno e de tudo que temos falado atualmente, no campo da espiritualidade moderna, isso tudo vai, sem dúvida, proporcionar que o melhor se manifeste, para todos, em todos os níveis.

Os demais temas serão acrescentados aqui nos próximos dias.

Seguimos...


MOINTIAN - 18 ANOS

08/02/2018


Nesta sexta-feira, dia 09 de fevereiro, o MOINTIAN completa seus 18 anos.

No sábado, dia 10, faremos uma confraternização. 

No nosso encontro de aniversário quero iniciar a falar de um tópico muito importante. É sobre a vida após a vida e a vida antes da vida. Para isso, quero contar com a participação de todos. Dos que estiverem presentes, no sentido de apresentarem seus questionamentos, dúvidas, percepções, modos de interpretar o tema, de acordo com o que leram, viveram ou aprenderam ao longo de suas vidas. Os que não quiserem fazer algum comentário no momento, podem escreve-lo e entregar-me no inicio do encontro, ou por e-mail. Teremos, brevemente, uma charla específica sobre esse tema.
Outro assunto que pretendo conversar é sobre autotransformação.





Esboço do tópico sobre o tema, que está em construção:

50. A VIDA DEPOIS DA VIDA E A VIDA ANTES DA VIDA

A morte ou o que ocorre depois, sob o ângulo atual
A questão da vida após a vida pode ser analisada sob dois aspectos: o primeiro, sob o aspecto da vida comum, para quem está no processo evolutivo e sob o domínio da campânula; o segundo, sob o ponto de vista de quem está fora desse domínio e de um ser liberto.

1- sob o aspecto da vida comum, analisamos os detalhes de um ser que desencarna na segunda parte do livro branco, capítulo XXV, “o outro lado da vida”, que denota uma experiência de um ser em meio ao processo evolutivo, inconsciente do que ocorre com ele e com sua alma. É um ser que está em um nível de subconsciência, que ainda está subjugado por forças que o controlam, que moldam seu caráter, seu destino e sua atuação no plano físico. Isso foi o que, de uma forma não tão completa, descrevi na segunda parte do livro branco. Havia, porém, naquele nível descrito, a interferência de seres de uma hierarquia obscura, sob a forma de um guia que atrapalhou na encarnação do personagem.

2- sob o aspecto de um ser liberto, vimos o relato da terceira parte do livro branco, dos seres de dois mundos, quando mostra o processo sob o ponto de vista de alguém que atinge o cume da evolução e está fora do domínio da campânula. Vimos nisso todo o significado do jogo das dimensões e dos seres que dominam o mundo. Vimos, também, que é possível sair desse jogo quando entramos no nível espiritual.

É preciso lembrar o que se pode fazer por um ente querido que desencarna, que é o processo da despedida, exposto no capítulo 8 do livro verde. É uma forma de desapegarmo-nos da pessoa que saiu da vida física.
Na conclusão disso tudo, está a manifestação do nosso propósito como seres que precisam atingir a liberdade, uma liberdade muito mais ampla que aquela definida nos dicionários, e das definições sócio espirituais.

Analisemos o aspecto da desencarnação, mas aceitando que temos uma alma e que continuamos com a vida após a vida. O que precisamos fazer, aqui, é analisar os pontos de vista, o que aceitamos e o que entendemos e o que queremos que seja nossa vida depois dessa vida.
Nesse processo, alguns dizem que escolhemos onde e como encarnar, ou as tarefas ou as situações pelas quais iremos passar na encarnação, como forma de crescimento e evolução espiritual. Se é assim, quem comanda ou escolhe isso? Nosso Eu Superior? Até onde estamos escolhendo de fato ou sendo induzidos a reproduzir uma vida de acordo com normas espirituais, mas que nos aprisionam em ciclos de vida e morte?
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Seguimos...


SOBRE O MANUAL / INTRODUÇÃO AO MOINTIAN

26/01/2018

46. SOBRE O MANUAL DO MOINTIAN E HIERARQUIAS

É preciso considerar alguns pontos importantes sobre o Manual do MOINTIAN. Ele foi escrito para proporcionar vários níveis de informações e energias. Ele é a introdução e a conclusão das informações de cunho espiritualista que, num primeiro momento, estavam inseridas no contexto planetário. Foi preciso apresentar o contexto total, ou principal, das definições espiritualistas para que cada pessoa, pertencente a distintos grupos, pudessem entender o que estava ressurgindo e o que estava sendo desvitalizado. A energia disponibilizada, que atua por meio de técnicas precisas, traz uma nova possibilidade de despertar e de resolução para todos os níveis de consciência, além de trazer para a vida a conexão com a essência do ser.
Os nomes das hierarquias, que foram apresentadas nas páginas iniciais, são a indicação precisa desse ponto, sobre o que estava sendo “autorizado” a se manifestar e como isso renovaria o cenário espiritual. Sendo assim, aparecem, inicialmente, muitos nomes ligados a hierarquias que, hoje sabemos, podem estar associados à manutenção da Campânula. Se o leitor tiver lido o que se define no livro azul, especialmente na Parte III, deverá lembrar-se que, hoje, o MOINTIAN segue livre, sem associação com grupos ou hierarquias. Inicialmente, quando eu apresentei as principais definições do Método, era necessário associar os conceitos e as práticas com os métodos já existentes e, além disso, inserir o Método num contexto que estava sendo preparado para a renovação. Era uma fase de transição energética e espiritual. Assim, as ideias antigas, que são as anteriores a essa renovação, juntamente com suas formas de atuação, tornaram-se desatualizadas.
Era uma ideia quase certa que muitos grupos já existentes aderissem ao novo, à ideia do novo e que, rapidamente, pudessem trocar suas definições e atuações pela força e pela energia que estava sendo apresentada. Eu esperei alguns anos, até completar todo o manual, fazendo apresentações e enviando manuais, cartas e e-mails para incontáveis líderes de grupos e métodos. Mas a ideia que fica é aquela de que quem já está envolvido ou comprometido com o que faz, seja isso atual ou desvitalizado, não quer mudar. E esses seriam os que mais deveriam mudar, pois assim mudariam de fato suas vidas e estariam ensinando algo vivo, integrado. Não fazendo isso, continuam perpetuando ensinamentos e práticas mortas, que já não deveriam estar no planeta.

Com o tempo eu fui me tornando muito seletivo e até mesmo radical em certos aspectos, especialmente no que se refere às interferências derivadas das mesclas de técnicas e métodos, ainda que estivesse sempre aberto para encontrar algum grupo que pudesse ser fiel ao propósito interno. Várias vezes encontrei pessoas que realmente surgiram para trazer algo verdadeiro e com muita vida interna, mas sempre esbarravam na luta pela vida humana e, com isso, perdem-se na mistura de métodos com a desculpa de que isso os mantenha. Ainda é triste ver que muitos pensam que tudo faz bem ou que todas as formas de energia ou espiritualidade que dizem ser boas sejam de fato para o bem. Isso é assim porque, na mesma medida que muita energia renovada surgiu, escolas contrárias a renovação proliferaram-se por todo o planeta, com força incrível.

Voltando ao contexto central deste tópico, sobre a natureza dos seres que encontramos nas páginas iniciais do Manual, seria preciso um estudo cuidadoso da parte V do livro azul. Aquela parte, que poderia ser um livro separado, não fosse o conteúdo estranho e até mesmo “pesado”, mostra o que posso descrever sobre a espiritualidade atual. E assim, retira-se um sem-número de conceitos que apenas acrescentariam informação intelectual, e não prática, para a espiritualidade.
Sei que muitos seres aqui viventes, neste planeta, nesta dimensão, têm origens diferentes, que muitos têm experiências distintas e que suas histórias diferem da minha. Muitos desses podem contestar a maneira como falo da espiritualidade ou como me refiro a seres e a dimensões. Mas eu estou apresentando algo e os outros apenas falam. Então, eu sigo na apresentação de situações e temas que podem trazer resultados, não fantasias. Sendo assim, é preciso deixar claro que muitas hierarquias e seres que foram antes nominados, podem estar em desacordo com o propósito atual, se levarmos em consideração que seus nomes foram utilizados por grupos e por escolas que pretendem apenas aprisionar o ser humano. É preciso entender que os nomes dos seres são uma coisa, mas a ideia original pode ser diferente daquela apresentada e aprendida na internet ou nos meios de comunicação. Falta, especialmente aos que gostam de divulgar sobre a espiritualidade, a vivencia real, a integração de fato e que não estejam deslumbrados, como crianças vendo um jardim encantado pela primeira vez, para que saibam diferenciar o que é libertador do que é aprisionador.
Isso vale para ideias e conceitos que, com roupagem nova, perpetuem o antigo. Não adianta falar uma linguagem nova se eu uso uma roupa antiga. Não adianta usar uma roupa nova para falar segundo um conceito antigo. É preciso vida interna. E essa, nos mostra o mundo atual. É para esse mundo atual que a energia atual vem falar.


47. INTRODUÇÃO AO MOINTIAN

Há duas linhas a seguir para introduzir o MOINTIAN. Uma delas é a terapêutica, na qual o interessado recebe a aplicação de um terapeuta iniciado no Método. A outra é a linha iniciática, na qual o aluno vai passando pelos níveis do Método e realizando suas técnicas. É comum iniciar a conhecer o Método pela terapêutica, sentindo os resultados e analisando a forma de atuação do mesmo. Mas isso só pode ocorrer, obviamente, para aqueles que estejam próximos a um grupo do MOINTIAN. Participar de um grupo de meditação que segue a prática da Meditação Livre, conforme ensina o livro de mesmo nome, promove uma abertura de consciência muito significativa, que vai preparar o aluno para as iniciações e para entender melhor o Método.
Ao longo se seu aprendizado, o aluno vai praticando muitas técnicas, todas visando seu aprimoramento, a elevação de sua consciência e sua entrada no mundo espiritual.
Com isso, vão aumentando as possibilidades de um trabalho ainda mais intenso quando várias técnicas podem ser utilizadas em conjunto, indicadas pelo Codificador do Método.
Para os que estão vivendo mais próximos, como os que residem na minha cidade, é importante que iniciem com as técnicas de meditação ensinadas no livro laranja.

Pelo processo de crescimento, vamos alcançando níveis internos distintos e superiores. Com isso, pode se descortinar o trabalho e a atuação particular de cada aluno. O método sempre estará ali, disponível e como um porto seguro, mas é preciso querer ir adiante, entender e assumir as dádivas que porventura advenham como fruto do trabalho interno e de contato com o superior.


RESOLVENDO SITUAÇÕES DO COTIDIANO COM OS SÍMBOLOS – DUAS TÉCNICAS

05/01/2018


45. RESOLVENDO SITUAÇÕES DO COTIDIANO COM OS SÍMBOLOS – DUAS TÉCNICAS

Quinta-feira, dia 7 de dezembro, no horário da Doação e Troca de Energia em Grupo, realizamos uma experiência um tanto diferente. Foi a primeira vez que reuni uma série de técnicas bem simples para mostrar os efeitos da aplicação da energia dirigida a um propósito.
Iniciamos com um Exercício Básico para Meditação (EBM) simples, dirigido para as partes do corpo, mas em blocos maiores, diferentemente do que normalmente realizamos. A ênfase da concentração não estava somente na respiração, como de costume, senão que na visualização das mãos em cada parte concentrada. Foi pedido para que os participantes visualizassem, em cada parte do corpo que estava sendo concentrada, como se as mãos estivessem ali, tocando e transmitindo a energia, aquecendo, revitalizando e relaxando.
Muitos pensaram que esse era um procedimento ou uma maneira nova de utilizar a energia ou de realizar o EBM. No entanto, esse exercício está lá, no Manual, meio esquecido: é aquele do final da página 202, Autoaplicação Sem o Toque. O estímulo da energia fica facilitado e o Estado Intermediário é mais facilmente atingido. Além do estimulo que provoca, a realização dessa técnica mostra-nos e deixa evidente que a autoaplicação aliada à respiração e à prática do EBM, trazem resultados mais profundos.
Mas essa foi apenas a primeira parte do nosso encontro. Assim que o Estado Intermediário for alcançado na autoaplicação, foi a hora de traçarmos os símbolos e realizarmos uma técnica mais especifica.


1 - Alcançar Objetivos com os símbolos Amplificação (E) e Materialização (F)

Foi assim que demos continuidade à nossa experiência. No momento em que a concentração e estimulação das partes do corpo atingiu a cabeça e que cada um, à sua maneira, atingiu o Estado Intermediário em algum nível, pedi para que ativassem os símbolos Amplificação (E) e Materialização (F), com o intuito de auxiliar na resolução de algum problema ou situação conflituosa que cada um tivesse vivido. Essa ativação também serve para que uma situação que esteja sendo vivida possa mostrar sua verdadeira face, ou que a verdade sobre algum fato ou situação tenha o desfecho que seja o mais adequado para todos os envolvidos. É isso que os símbolos Amplificação (para abrir os núcleos da personalidade), aliado ao Materialização (para deixar o fluxo superior penetrar), ajudam a realizar mais facilmente.
Assim, entramos, durante o EI, na ativação dos símbolos com o propósito de resolução de um problema ou situação. E seguimos o mesmo princípio do exercício de Alcançar Objetivos, do livro laranja. A técnica resume-se em:
motivo - respirar – concentrar – EI – visualizar - esquecimento.
O motivo, aqui, é o problema. A visualização, é pensar na solução ou em como podemos, no melhor nível possível, entender e sentir o desfecho positivo. O esquecimento, no dia, eu fiz batendo palmas... um pequeno susto, e todos saíram da visualização.
É importante entender que todo o procedimento precisa ser consciente. Se for perdida a consciência, se a mente sai do propósito, é preciso começar de novo ou entrar novamente no estado de concentração e visualização profunda para ir até o final. Ficar imóvel e concentrado é indispensável.
Para finalizar e retirar mais a atenção do objetivo anterior, pedi para que se concentrassem em uma palavra qualquer. E depois, terminamos com o IOM coletivo.


2 - Resolvendo conflitos com Abertura Dimensional (C) e Potencializar Cura (D)

Seguindo nas experiências, tivemos outra quinta-feira, com uma a proposta um pouco diferente. Agora, voltada para a resolução de conflitos, mas com o sentido de dissolver as sensações e romper com os laços trazidos para o presente. Isso é importante quando, entre outras, temos situações que nos fogem do controle, quando tenhamos dito algo que não precisaria, quando sofremos por uma reação que não foi positiva, quando uma marca ficou negativa na nossa relação com outra pessoa.
É preciso entender que a resolução de uma pendência ou dissolução de algo que trouxe uma mágoa ou que nos prende a um sentimento negativo precisa ser realizada com êxito para que possamos seguir na construção de uma vida melhor, utilizando a técnica da projeção no futuro ou de alcançar objetivos, ou como a técnica exposta anteriormente.
A proposta é simples como a anterior: realizar o EBM, encontrar o Estado Intermediário, visualizar a cena ou a conversa e ativar os símbolos.
Os símbolos a serem ativados são:
Cura a Distância (A) + Abertura Dimensional (C) + Potencializar Cura (D).
Ao mesmo tempo que ativamos os símbolos, mentalizamos a ideia de que a situação toma um rumo diferente, que não reagimos de maneira tão negativa ou mesmo que a situação nem existiu.
Assim que os símbolos forem ativados, visualiza-se a cena ou a conversa que gerou a mágoa ou o conflito, mas com o sentido de que tenha um resultado diferente ou que nem tenha ocorrido. Assim, dissolve-se grande parte dos laços energéticos e dos pensamentos recorrentes, derivados da situação, e ameniza-se as consequências futuras de um ato equivocado.
Não podemos aceitar que um fator externo ou mesmo uma reação hormonal ou de uma característica da personalidade molde o que somos, e que nos retire daquilo que verdadeiramente somos em nosso interno e que nos afaste de nossa conexão superior.

Finalizando este tópico, essas são experiências que podem ser realizadas por todos e que modificam muito a forma como utilizamos as técnicas.
É preciso entender que a prática da energia é a amplificadora dos resultados da meditação e que a meditação ou a prática do EBM potencializam as autoaplicações.

É bom seguirmos, sempre...

MATERIAL PARA WORKSHOP E CD COM MEDITAÇÕES


21/12/2017


MATERIAL  PARA WORKSHOP E CD COM MEDITAÇÕES


Como parte do Workshop Práticas Para a Meditação Livre na cidade de Santiago dia 16 de dezembro de 2017, distribuímos um kit de acompanhamento muito importante. Dentro de uma bela pasta, estão três páginas de um resumo, elaborado como um infográfico, contendo os principais pontos do workshop, coloridas e impressas em papel couchè. Para completar o kit, há um CD com algumas meditações.

O CD está disponível para venda, fora de workshop, por R$ 25,00 e contém as seguintes faixas:

  • 1. Nota Exercício 1
  • 2. Exercício 1 (Exercício Básico Para Meditação – EBM)
  • 3. Nota Final do Exercício 1
  • 4. Nota Exercício 2
  • 5. Exercício 2 (Alcançar Objetivos)
  • 6. Exercício 3 (Lugar de Conforto e Acima das Nuvens)
O CD foi gravado em um estúdio profissional com o propósito de mostrar a maneira correta de se proceder na execução desses exercícios, que são apresentados no livro Práticas Para a Meditação Livre. Para aproveitar bem o conteúdo do CD, é necessário conhecer o livro.
O primeiro exercício, EBM, é a base para se conseguir entrar no Estado Intermediário de consciência e, posteriormente, atingir a meditação. Ele está apresentado na página 26.
O Segundo exercício gravado, Alcançar Objetivos, é apresentado a partir da página 50 e mostra a maneira pela qual podemos fazer a criar de uma vida melhor no futuro por meio da concentração.
O terceiro exercício, Lugar de Conforto, explicado a partir da página 56 do livro, mostra a maneira de elaborar, em nossa mente, um lugar de conforto, no qual podemos ter a segurança e a tranquilidade para realizarmos procedimentos mais profundos ou para dissolver determinadas características ou problemas. Integrado a esse exercício, entra o Acima das Nuvens, da página 55, que conduz o praticante a permitir que raios de sol penetrem sua casa, trabalho ou a vida de seus familiares.

O EBM deve ser realizado antes dos exercícios 2 e 3. Portanto, quem for realizar apenas o exercício 2, por exemplo, precisa programar o player de áudio para tocar, na ordem correta, as faixas 2 e 5.

Para 2018, além do espaço físico novo, renovaremos nosso material e prepararemos outras novidades, que facilitarão a utilização das técnicas e a compreensão das práticas.

Seguimos renovando...

MEDITAÇÃO LIVRE EM SÃO PEDRO DO SUL



24/11/2017


Apresentando a Meditação Livre em São Pedro do Sul

Na manhã de hoje, sexta-feira 24 de novembro, tivemos a grata satisfação de fazermos uma apresentação geral do projeto Meditação Livre na cidade de São Pedro do Sul, na conclusão do Projeto Fazer e Refazer a Prática Pedagógica. Agradeço a oportunidade oferecida pela nossa amiga Suzete Benites e à Coordenadora do projeto.

Com o intuito de abranger várias faixas etárias, baseadas nos princípios estabelecidos no livro “Práticas Para a Meditação Livre”, estamos apresentando as várias abordagens possíveis com essa prática. O Projeto Meditação Livre, elaborado por Suzete Benites e Mariana Borges, está voltado para professores e crianças, respectivamente. Os Workshops e Palestras com práticas para adultos, são ministrados por mim, Delci Jardim.
A apresentação geral constou de 5 partes, estruturadas pela Suzete Benites, e foram assim distribuídas:

1 – como educar nos dias de hoje – Suzete Benites;

2 – meditação: a droga dos gênios – dados científicos – Fernanda Fank;

3 – com a cabeça nas nuvens – relatos de experiências com crianças – Mariana Borges;

4 – botando a máquina para funcionar – estrutura e funcionamento de grupos – Lidia Leão;

5 – e sua experiência, como foi? – prática para meditação livre – Delci Jardim.




Link do Projeto de São Pedro: clique aqui


Texto elaborado por Fernanda Fank:

“Ciranda-cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta e começar a meditar!” 

Por Fernanda Fank
Jornalista
MTB/RS – 16450

Cada vez mais utilizada como ferramenta para manter a mente e o corpo saudáveis diante da correria que é o turbilhão da vida moderna, a prática da meditação tem deixado de ser coisa de gente grande e, hoje, já figura entre os momentos preferidos dos pequenos.
Nas escolas, as oficinas de meditação estão cheias e muitos alunos têm trocado as quadras pelas almofadas, a gritaria pelo silêncio, as disputas, pela harmonia. Vida Moreira, aos sete anos, por influência do exemplo da mãe, tem encontrado na meditação e nos mantras, uma forma de se manter mais tranquila diante de inúmeras mudanças pelas quais passou nos últimos meses, incluindo a separação dos pais, a troca de cidade e de colégio: “Na minha escola têm muitos colegas que meditam. Ainda bem que eles levam isso a sério”, analisa a pequena.


Como a ciência avalia isso?

São inúmeros os benefícios já conhecidos e comprovados até mesmo por estudos científicos no mundo todo, sobre os reflexos da meditação no desempenho cerebral, melhorando a concentração, a memória e o raciocínio. No Brasil, pesquisa recentemente publicada pela psicobióloga Elisa Kozasa, do Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein, mostra que “O cérebro de pessoas que meditam recruta menos áreas cerebrais para realizar uma determinada tarefa, como se fizesse uma maior ‘economia’, o que se traduz em mais foco e concentração. Um desafio no mundo cheio de estímulos em que vivemos”, conclui a autora. 
Mas os resultados desse hábito vão muito além do aumento da produtividade e as consequências são crianças mais tranquilas, maduras e alegres. Algumas escolas americanas passaram a ensinar meditação aos alunos que aprontavam alguma e, de acordo com os professores, eles ficaram mais calmos e aprenderam a lidar melhor com os conflitos. Na Austrália, outro colégio incluiu a prática na sua grade curricular, quando detectou que as notas dos alunos deram um salto após meia hora de meditação diária.
O The British Journal of Psychiatry, avaliou mais de 500 adolescentes entre 12 e 16 anos que participavam de programas de meditação e comprovou que estes, além de declararem maior bem-estar físico, apresentavam menos sintomas depressivos e baixos níveis de estresse em comparação ao grupo de controle.


Como ensinar uma criança a meditar

Apesar de haver inúmeros métodos voltados para a meditação infantil, e que cada um deva procurar aquela com a qual mais se identifica, a chave de tudo sempre estará no silêncio da mente e na respiração. Fechar os olhos, sentir o ar entrando e saindo, colocar a mão da criança sob a própria barriga e fazê-la concentrar-se no movimento já permite que ela saia do foco externo e conecte-se consigo mesma. Assim como ensiná-la a prestar a atenção em cada parte do corpo, desde os pés até a cabeça, para que relaxe em todos os pontos. Poucos minutinhos já são suficientes para que se acostumem a sentir os efeitos da prática e descobrirem que “fazer nada”, pode ser tão divertido quanto brincar. 
Em Santa Maria, a estudante de pedagogia, Mariana Borges, desenvolveu um projeto de meditação para crianças e adolescentes baseados em “Práticas para a Meditação Livre”, técnica desenvolvida pelo autor Delci Jardim, cuja obra de mesmo nome ensina a meditação de forma simples e eficaz, livre de conceitos religiosos ou técnicas de autossugestão.
A adaptação do método para o público infantil feita por Mariana, envolve um olhar didático e pedagógico que através da ludicidade e da linguagem totalmente voltada para o universo da criança, fascina e envolve os pequenos meditadores em uma pacífica e divertida viagem para céu que eles descobrem que há dentro de si mesmos. “Após tomarem consciência da própria respiração e atingirem o ritmo, os conduzo a um estado mais tranquilo, fazendo-os experimentarem sensações agradáveis por meio de imagens que passam por paisagens relaxantes e elementos como nuvens, arco-íris e sol. E após conectarem-se com um certo silêncio e com os bons sentimentos, as crianças retornam mais calmas e alegres”, avalia Mariana. O estado atingido pelos alunos é logo registrado em desenhos cheios de cor, vida e coração, onde ilustram como se sentiram durante a experiência. Os resultados são inúmeros mas, basicamente, refletem em crianças mais confiantes, menos agressivas, alunos mais centrados e produtivos. Os pequenos aproveitam, os pais celebram e os professores agradecem!


Se melhorar, melhora!

Relaxamento, melhora da autoestima, desenvolvimento da consciência corporal, fortalecimento do sistema imunológico, correção da postura, estimulação da criatividade, redução da ansiedade, autoconhecimento...
Os frutos de um hábito saudável como esse, vão sendo deliciosamente descobertos e percebidos com o tempo de prática. E estes podem ir muito além do que se pode imaginar ou descrever. E quanto mais cedo começar, melhor!