RESOLVENDO SITUAÇÕES DO COTIDIANO COM OS SÍMBOLOS – DUAS TÉCNICAS

05/01/2018


45. RESOLVENDO SITUAÇÕES DO COTIDIANO COM OS SÍMBOLOS – DUAS TÉCNICAS

Quinta-feira, dia 7 de dezembro, no horário da Doação e Troca de Energia em Grupo, realizamos uma experiência um tanto diferente. Foi a primeira vez que reuni uma série de técnicas bem simples para mostrar os efeitos da aplicação da energia dirigida a um propósito.
Iniciamos com um Exercício Básico para Meditação (EBM) simples, dirigido para as partes do corpo, mas em blocos maiores, diferentemente do que normalmente realizamos. A ênfase da concentração não estava somente na respiração, como de costume, senão que na visualização das mãos em cada parte concentrada. Foi pedido para que os participantes visualizassem, em cada parte do corpo que estava sendo concentrada, como se as mãos estivessem ali, tocando e transmitindo a energia, aquecendo, revitalizando e relaxando.
Muitos pensaram que esse era um procedimento ou uma maneira nova de utilizar a energia ou de realizar o EBM. No entanto, esse exercício está lá, no Manual, meio esquecido: é aquele do final da página 202, Autoaplicação Sem o Toque. O estímulo da energia fica facilitado e o Estado Intermediário é mais facilmente atingido. Além do estimulo que provoca, a realização dessa técnica mostra-nos e deixa evidente que a autoaplicação aliada à respiração e à prática do EBM, trazem resultados mais profundos.
Mas essa foi apenas a primeira parte do nosso encontro. Assim que o Estado Intermediário for alcançado na autoaplicação, foi a hora de traçarmos os símbolos e realizarmos uma técnica mais especifica.


1 - Alcançar Objetivos com os símbolos Amplificação (E) e Materialização (F)

Foi assim que demos continuidade à nossa experiência. No momento em que a concentração e estimulação das partes do corpo atingiu a cabeça e que cada um, à sua maneira, atingiu o Estado Intermediário em algum nível, pedi para que ativassem os símbolos Amplificação (E) e Materialização (F), com o intuito de auxiliar na resolução de algum problema ou situação conflituosa que cada um tivesse vivido. Essa ativação também serve para que uma situação que esteja sendo vivida possa mostrar sua verdadeira face, ou que a verdade sobre algum fato ou situação tenha o desfecho que seja o mais adequado para todos os envolvidos. É isso que os símbolos Amplificação (para abrir os núcleos da personalidade), aliado ao Materialização (para deixar o fluxo superior penetrar), ajudam a realizar mais facilmente.
Assim, entramos, durante o EI, na ativação dos símbolos com o propósito de resolução de um problema ou situação. E seguimos o mesmo princípio do exercício de Alcançar Objetivos, do livro laranja. A técnica resume-se em:
motivo - respirar – concentrar – EI – visualizar - esquecimento.
O motivo, aqui, é o problema. A visualização, é pensar na solução ou em como podemos, no melhor nível possível, entender e sentir o desfecho positivo. O esquecimento, no dia, eu fiz batendo palmas... um pequeno susto, e todos saíram da visualização.
É importante entender que todo o procedimento precisa ser consciente. Se for perdida a consciência, se a mente sai do propósito, é preciso começar de novo ou entrar novamente no estado de concentração e visualização profunda para ir até o final. Ficar imóvel e concentrado é indispensável.
Para finalizar e retirar mais a atenção do objetivo anterior, pedi para que se concentrassem em uma palavra qualquer. E depois, terminamos com o IOM coletivo.


2 - Resolvendo conflitos com Abertura Dimensional (C) e Potencializar Cura (D)

Seguindo nas experiências, tivemos outra quinta-feira, com uma a proposta um pouco diferente. Agora, voltada para a resolução de conflitos, mas com o sentido de dissolver as sensações e romper com os laços trazidos para o presente. Isso é importante quando, entre outras, temos situações que nos fogem do controle, quando tenhamos dito algo que não precisaria, quando sofremos por uma reação que não foi positiva, quando uma marca ficou negativa na nossa relação com outra pessoa.
É preciso entender que a resolução de uma pendência ou dissolução de algo que trouxe uma mágoa ou que nos prende a um sentimento negativo precisa ser realizada com êxito para que possamos seguir na construção de uma vida melhor, utilizando a técnica da projeção no futuro ou de alcançar objetivos, ou como a técnica exposta anteriormente.
A proposta é simples como a anterior: realizar o EBM, encontrar o Estado Intermediário, visualizar a cena ou a conversa e ativar os símbolos.
Os símbolos a serem ativados são:
Cura a Distância (A) + Abertura Dimensional (C) + Potencializar Cura (D).
Ao mesmo tempo que ativamos os símbolos, mentalizamos a ideia de que a situação toma um rumo diferente, que não reagimos de maneira tão negativa ou mesmo que a situação nem existiu.
Assim que os símbolos forem ativados, visualiza-se a cena ou a conversa que gerou a mágoa ou o conflito, mas com o sentido de que tenha um resultado diferente ou que nem tenha ocorrido. Assim, dissolve-se grande parte dos laços energéticos e dos pensamentos recorrentes, derivados da situação, e ameniza-se as consequências futuras de um ato equivocado.
Não podemos aceitar que um fator externo ou mesmo uma reação hormonal ou de uma característica da personalidade molde o que somos, e que nos retire daquilo que verdadeiramente somos em nosso interno e que nos afaste de nossa conexão superior.

Finalizando este tópico, essas são experiências que podem ser realizadas por todos e que modificam muito a forma como utilizamos as técnicas.
É preciso entender que a prática da energia é a amplificadora dos resultados da meditação e que a meditação ou a prática do EBM potencializam as autoaplicações.

É bom seguirmos, sempre...

MATERIAL PARA WORKSHOP E CD COM MEDITAÇÕES


21/12/2017


MATERIAL  PARA WORKSHOP E CD COM MEDITAÇÕES


Como parte do Workshop Práticas Para a Meditação Livre na cidade de Santiago dia 16 de dezembro de 2017, distribuímos um kit de acompanhamento muito importante. Dentro de uma bela pasta, estão três páginas de um resumo, elaborado como um infográfico, contendo os principais pontos do workshop, coloridas e impressas em papel couchè. Para completar o kit, há um CD com algumas meditações.

O CD está disponível para venda, fora de workshop, por R$ 25,00 e contém as seguintes faixas:

  • 1. Nota Exercício 1
  • 2. Exercício 1 (Exercício Básico Para Meditação – EBM)
  • 3. Nota Final do Exercício 1
  • 4. Nota Exercício 2
  • 5. Exercício 2 (Alcançar Objetivos)
  • 6. Exercício 3 (Lugar de Conforto e Acima das Nuvens)
O CD foi gravado em um estúdio profissional com o propósito de mostrar a maneira correta de se proceder na execução desses exercícios, que são apresentados no livro Práticas Para a Meditação Livre. Para aproveitar bem o conteúdo do CD, é necessário conhecer o livro.
O primeiro exercício, EBM, é a base para se conseguir entrar no Estado Intermediário de consciência e, posteriormente, atingir a meditação. Ele está apresentado na página 26.
O Segundo exercício gravado, Alcançar Objetivos, é apresentado a partir da página 50 e mostra a maneira pela qual podemos fazer a criar de uma vida melhor no futuro por meio da concentração.
O terceiro exercício, Lugar de Conforto, explicado a partir da página 56 do livro, mostra a maneira de elaborar, em nossa mente, um lugar de conforto, no qual podemos ter a segurança e a tranquilidade para realizarmos procedimentos mais profundos ou para dissolver determinadas características ou problemas. Integrado a esse exercício, entra o Acima das Nuvens, da página 55, que conduz o praticante a permitir que raios de sol penetrem sua casa, trabalho ou a vida de seus familiares.

O EBM deve ser realizado antes dos exercícios 2 e 3. Portanto, quem for realizar apenas o exercício 2, por exemplo, precisa programar o player de áudio para tocar, na ordem correta, as faixas 2 e 5.

Para 2018, além do espaço físico novo, renovaremos nosso material e prepararemos outras novidades, que facilitarão a utilização das técnicas e a compreensão das práticas.

Seguimos renovando...

MEDITAÇÃO LIVRE EM SÃO PEDRO DO SUL



24/11/2017


Apresentando a Meditação Livre em São Pedro do Sul

Na manhã de hoje, sexta-feira 24 de novembro, tivemos a grata satisfação de fazermos uma apresentação geral do projeto Meditação Livre na cidade de São Pedro do Sul, na conclusão do Projeto Fazer e Refazer a Prática Pedagógica. Agradeço a oportunidade oferecida pela nossa amiga Suzete Benites e à Coordenadora do projeto.

Com o intuito de abranger várias faixas etárias, baseadas nos princípios estabelecidos no livro “Práticas Para a Meditação Livre”, estamos apresentando as várias abordagens possíveis com essa prática. O Projeto Meditação Livre, elaborado por Suzete Benites e Mariana Borges, está voltado para professores e crianças, respectivamente. Os Workshops e Palestras com práticas para adultos, são ministrados por mim, Delci Jardim.
A apresentação geral constou de 5 partes, estruturadas pela Suzete Benites, e foram assim distribuídas:

1 – como educar nos dias de hoje – Suzete Benites;

2 – meditação: a droga dos gênios – dados científicos – Fernanda Fank;

3 – com a cabeça nas nuvens – relatos de experiências com crianças – Mariana Borges;

4 – botando a máquina para funcionar – estrutura e funcionamento de grupos – Lidia Leão;

5 – e sua experiência, como foi? – prática para meditação livre – Delci Jardim.




Link do Projeto de São Pedro: clique aqui


Texto elaborado por Fernanda Fank:

“Ciranda-cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta e começar a meditar!” 

Por Fernanda Fank
Jornalista
MTB/RS – 16450

Cada vez mais utilizada como ferramenta para manter a mente e o corpo saudáveis diante da correria que é o turbilhão da vida moderna, a prática da meditação tem deixado de ser coisa de gente grande e, hoje, já figura entre os momentos preferidos dos pequenos.
Nas escolas, as oficinas de meditação estão cheias e muitos alunos têm trocado as quadras pelas almofadas, a gritaria pelo silêncio, as disputas, pela harmonia. Vida Moreira, aos sete anos, por influência do exemplo da mãe, tem encontrado na meditação e nos mantras, uma forma de se manter mais tranquila diante de inúmeras mudanças pelas quais passou nos últimos meses, incluindo a separação dos pais, a troca de cidade e de colégio: “Na minha escola têm muitos colegas que meditam. Ainda bem que eles levam isso a sério”, analisa a pequena.


Como a ciência avalia isso?

São inúmeros os benefícios já conhecidos e comprovados até mesmo por estudos científicos no mundo todo, sobre os reflexos da meditação no desempenho cerebral, melhorando a concentração, a memória e o raciocínio. No Brasil, pesquisa recentemente publicada pela psicobióloga Elisa Kozasa, do Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein, mostra que “O cérebro de pessoas que meditam recruta menos áreas cerebrais para realizar uma determinada tarefa, como se fizesse uma maior ‘economia’, o que se traduz em mais foco e concentração. Um desafio no mundo cheio de estímulos em que vivemos”, conclui a autora. 
Mas os resultados desse hábito vão muito além do aumento da produtividade e as consequências são crianças mais tranquilas, maduras e alegres. Algumas escolas americanas passaram a ensinar meditação aos alunos que aprontavam alguma e, de acordo com os professores, eles ficaram mais calmos e aprenderam a lidar melhor com os conflitos. Na Austrália, outro colégio incluiu a prática na sua grade curricular, quando detectou que as notas dos alunos deram um salto após meia hora de meditação diária.
O The British Journal of Psychiatry, avaliou mais de 500 adolescentes entre 12 e 16 anos que participavam de programas de meditação e comprovou que estes, além de declararem maior bem-estar físico, apresentavam menos sintomas depressivos e baixos níveis de estresse em comparação ao grupo de controle.


Como ensinar uma criança a meditar

Apesar de haver inúmeros métodos voltados para a meditação infantil, e que cada um deva procurar aquela com a qual mais se identifica, a chave de tudo sempre estará no silêncio da mente e na respiração. Fechar os olhos, sentir o ar entrando e saindo, colocar a mão da criança sob a própria barriga e fazê-la concentrar-se no movimento já permite que ela saia do foco externo e conecte-se consigo mesma. Assim como ensiná-la a prestar a atenção em cada parte do corpo, desde os pés até a cabeça, para que relaxe em todos os pontos. Poucos minutinhos já são suficientes para que se acostumem a sentir os efeitos da prática e descobrirem que “fazer nada”, pode ser tão divertido quanto brincar. 
Em Santa Maria, a estudante de pedagogia, Mariana Borges, desenvolveu um projeto de meditação para crianças e adolescentes baseados em “Práticas para a Meditação Livre”, técnica desenvolvida pelo autor Delci Jardim, cuja obra de mesmo nome ensina a meditação de forma simples e eficaz, livre de conceitos religiosos ou técnicas de autossugestão.
A adaptação do método para o público infantil feita por Mariana, envolve um olhar didático e pedagógico que através da ludicidade e da linguagem totalmente voltada para o universo da criança, fascina e envolve os pequenos meditadores em uma pacífica e divertida viagem para céu que eles descobrem que há dentro de si mesmos. “Após tomarem consciência da própria respiração e atingirem o ritmo, os conduzo a um estado mais tranquilo, fazendo-os experimentarem sensações agradáveis por meio de imagens que passam por paisagens relaxantes e elementos como nuvens, arco-íris e sol. E após conectarem-se com um certo silêncio e com os bons sentimentos, as crianças retornam mais calmas e alegres”, avalia Mariana. O estado atingido pelos alunos é logo registrado em desenhos cheios de cor, vida e coração, onde ilustram como se sentiram durante a experiência. Os resultados são inúmeros mas, basicamente, refletem em crianças mais confiantes, menos agressivas, alunos mais centrados e produtivos. Os pequenos aproveitam, os pais celebram e os professores agradecem!


Se melhorar, melhora!

Relaxamento, melhora da autoestima, desenvolvimento da consciência corporal, fortalecimento do sistema imunológico, correção da postura, estimulação da criatividade, redução da ansiedade, autoconhecimento...
Os frutos de um hábito saudável como esse, vão sendo deliciosamente descobertos e percebidos com o tempo de prática. E estes podem ir muito além do que se pode imaginar ou descrever. E quanto mais cedo começar, melhor!




PALESTRA MEDITAÇÃO LIVRE EM GRAMADO XAVIER

21/11/2017






O Centro de Meditação MOINTIAN promove a palestra

Práticas Para a Meditação Livre

O que é meditação? Como se faz? Quais os resultados possíveis?

Data: 26/11/2017
Horário: 15h00
Local: Cabana da Associação dos Servidores Públicos de Gramado Xavier
Rua Sete de Setembro S/N
Valor: R$ 20,00

Informações e contato:
Gramado Xavier:
Ana Lúcia Pereira - (55) 99154 8480
Santa Maria:
Lidia Leão – (55) 996296889




UMA ESCOLA ANTIGA RENOVADA


04/11/2017

44. UMA ESCOLA ANTIGA RENOVADA

É importante falar sobre a vida em grupo, num grupo que visa integrar na sua vida cotidiana a vida interna, a vida de acordo com uma dimensão superior.

Sempre que falamos de um grupo de meditação, temos aquela velha ideia de monges sentados e, geralmente, é a velha imagem de monges com vestes longas, cor carmim, ou marrom, de monges, tibetanos ou zen budistas japoneses. É assim mesmo. É uma imagem antiga e recorrente que até, de certa forma, conduz-nos a uma sensação de conforto e acolhimento. É como sentar em frente a uma lareira, com uma luz suave e ler um livro bom. Acolhedor, apaziguador. Bem distante daquela imagem das massas atuais, dos cantos e shows das igrejas televisivas, tão agitados, tão cheios de apelos.

A nossa imagem da sala de estudos é a mesma que tento recriar por aqui, no nosso lar ou no Centro de Meditação. Apesar de que poderíamos ter uma melhor forma de nos posicionarmos numa sala, a forma antiga, a forma de sentarmos em grupo como uma família, nos aquece por dentro. É a imagem de uma família que temos visto e sentido nos últimos tempos. Até uns dias atrás, foi minha casa que havia servido como Centro de Meditação e isso me lembra muito de outros tempos. Dos tempos em que, apesar de fazermos parte de um grupo que estava inserido dentro de certos ditames religiosos, nada tinha a ver com as instituições hoje estabelecidas e que se originaram daqueles movimentos. Ainda sinto a harmonia, a mesma atmosfera daquelas épocas, daqueles momentos, quando estamos juntos. E, quando podemos abrir a dimensão da Nave, que cada vez mais congrega integrantes de muitos pontos do planeta e de outras dimensões, mais profundamente me transporto para uma atmosfera límpida, pura, sem apegos quaisquer que o mundo material possa induzir ou introduzir em nossos encontros e em nossas vidas. É algo de uma profunda coligação de dimensões e que faz com que muitos digam que, ao entrar no CMM, estão em outra dimensão...

Assim pretendo que outros espaços e as casas dos nossos amigos, irradiem essa harmonia, essa pureza que deve ser o reflexo da essência, não do externo. Agora, também é assim, no nosso novo espaço, em conjunto com o espaço Bem-Cirlular.


Seguindo... sempre...


WORKSHOP MEDITAÇÃO LIVRE


21/10/2017

WORKSHOP MEDITAÇÃO LIVRE



Neste encontro veremos as técnicas básicas para meditação, conforme mostradas no livro "Práticas Para a Meditação Livre", com teoria e prática.

PARA QUE SERVE
DIFERENÇA ENTRE REFLETIR, DIVAGAR E MEDITAR
RESULTADOS DAS MEDITAÇÕES
POSTURAS
PROGRAMA DE PRÁTICAS
A IMPORTÂNCIA DA RESPIRAÇÃO
O ESTADO INTERMEDIÁRIO DE CONSCIÊNCIA
O EXERCÍCIO BÁSICO PARA MEDITAÇÃO
MÚSICA E RESPIRAÇÃO
ALCANÇAR OBJETIVOS
DESPROGRAMAR CARACTERÍSTICAS NEGATIVAS


WORKSHOP MEDITAÇÃO LIVRE

Dia: 28 de Outubro de 2017
Local: Círculo Operário de Santa Maria
Valores: R$ 70,00 para público geral e R$ 30,00 para os colaboradores do Centro de Meditação
Material: os participantes receberão o livro Práticas Para a Meditação Livre e os arquivos para as práticas, que estarão disponíveis para download.


CONTATO E INSCRIÇÕES 

Lídia Leão - (55) 99629 6889
Delci Jardim - (55) 99980 1603

Favor confirmar presença até dia 25 de outubro.



ESPIRITUALIDADE MODERNA / FAMÍLIA ESTELAR


02/10/2017

42. SOBRE A ESPIRITUALIDADE MODERNA, MAIS UMA VEZ

Quero continuar falando sobre o que está ocorrendo com a espiritualidade, assunto que iniciei no tópico 13 deste blog.

Parece-me que a tecnicidade, a tecnologia, que a intervenção da técnica como tentativa de conquistar resultados (entenda-se aqui números de adeptos), afasta ainda mais a verdadeira espiritualidade das pessoas. Vejo, a cada dia, mais palestrantes com grande poder de persuasão, com enorme retórica, com inúmeras “ferramentas para auxílio e desenvolvimento de potenciais”. Mas, eu vejo e sinto isso como se fosse um show, como mostra da capacidade de sugestionar e de hipnotizar e não como a utilização de ferramentas que proporcionam uma transformação interna, verdadeira e duradoura. O discurso cheio de chaves e padrões e com grande investimento tecnológico, tem algo de contraditório com a espiritualidade profunda. Não que seja contra uma verdadeira espiritualidade que se utilize da tecnologia ou de certos mecanismos para alcançar uma linguagem atual, renovada e vibrante, e que isso torne a espiritualidade mais facilmente compreendida pelos novos alunos, pelos mais jovens, especialmente. Não se pode querer que a espiritualidade tenha um padrão ou que siga moldes da academia formal. Espiritualidade profunda não é ciência e nem academia. Isso precisa ficar claro. O show da espiritualidade está voltado para angariar fundos e atingir um público maior, com resultados voltados para a satisfação imediata. É o consumismo e a massificação introduzidos na espiritualidade. Além disso, também identifico que em todas as formas atuais de transmissão de conhecimentos, de “formação de indivíduos”, e que deveriam ser profundos, escondem-se, profundamente, e de maneira vergonhosa, as instituições religiosas que as mantém. Pensando entrar em algo livre e com estrutura lindíssima, veiculam-se aos mesmos organismos e aos mesmos ideais que pretendiam derrotar.
Muitas ferramentas podem ser utilizadas para que se atinja um resultado ou que um aluno consiga ultrapassar suas próprias barreiras. Enquanto que, para um, a orientação possa ser apenas ficar em silêncio, em quietude e reclusão, para outro, pode ser indicado uma prática física, exercitar-se, estar no mundo conscientemente. Mas, como saber o que é preciso, na hora certa? Espiritualidade não é uma técnica com fórmulas precisas, como uma receita culinária, ou que se possa decorar fórmulas já utilizadas por certos métodos ou gurus. Menos, ainda, que se repitam leituras decoradas, que fazem bem a quem ouve, mas que não estejam integradas ao ser que as leu. Há um prejuízo enorme quando os que tentam orientar são pessoas com grande capacidade intelectual e cognitiva e, pensando que os conceitos estão em seu ser, quando na verdade estão apenas na sua mente, fazem uso de recursos persuasivos para induzir os seus crentes a seguirem determinadas maneiras de viver. Isso é hipnose, que mascara e engana.
A persuasão, como ferramenta de transformação, é vazia. Ela dá uma motivação temporária, ela cria expectativas, mas logo se torna infrutífera. Mais que palavras, mais que efeitos visuais ou comparações entre filosofias e escolas místicas, é preciso estar realmente fora do contexto humano para orientar aqueles que queiram estar, também, fora das metas puramente humanas.
No entanto, há um ponto interessante de observar. As pessoas que buscam a mudança ou o conhecimento, parecem sedentas. Sedentas, mas com pouca curiosidade, com pouco tempo para analisar as informações, a origem das informações, e de onde vem tudo o que acreditam, ouvem e até mesmo seguem.
Com isso, vejo um número enorme de pessoas que olham, analisam, escutam e se deixam convencer por instrutores que não tiveram, para si mesmos, a menor formação interna. Há uma necessidade de obter conforto e conhecimento, mas falta a curiosidade, falta a vontade de conhecer a origem dos discursos. E não estou falando de formação acadêmica. Estou falando da origem dos discursos que qualquer um profira e que muitos ficam, por horas, assistindo e se deixando influenciar. Vale aqui recomendar a leitura dos tópicos 74 e 75 do livro Conversando Sobre MOINTIAN.


43. SOBRE FAMÍLIA ESTELAR

Muitos perguntam, com razão, “por conta de uma ânsia de descobertas mais profundas”, sobre sua origem estelar e cósmica.
É interessantíssimo falarmos sobre esse ponto. É muito comentado, em vários grupos, sobre a possibilidade de que precisamos muito descobrir de onde viemos e o porquê. Até temos, no MOINTIAN, um símbolo que despertaria para uma “memória” desse tipo, que é o Símbolo Familia Estelar, ensinado no Nível III.
Há uma infinidade de definições na internet, em livros e em vídeos, sobre os mais variados tipos de seres, que ainda insistem em chamar de “extraterrestres” e não “extradimensionais”, como viemos a defini-los, feitas por grupos de estudos ufológicos, espiritualistas e místicos.
O fato é que importa realmente sabermos que somos uma essência divina que habita um corpo físico e que já esteve em outras dimensões e em outros rincões “cosmodimensionais”, se posso dizer assim, como sendo várias dimensões do cosmos. Mas isso não se encontra na dimensão física, nem é coisa da distância física, que nos colocaria como originados de outros planetas, constelações ou galáxias. Eu explico essas definições no livro azul, na parte V, especificamente.
Sendo assim, por que a origem cósmica ou estelar fica para segundo plano? Porque saber a origem ou que se deva “voltar para lá” não é o mais importante. O foco deve estar em saber o que se foi para poder ir além e integrar a essência divina. Todas as vivências que tivemos, sejam elas de ordem anímica ou de personalidade ou de origem estelar, estão abaixo, na escala de importância e na escala de integração, que a essência divina. Se imaginamos alguém que tenha sido um “draco”, por exemplo, em sua origem remota – um “remanescente negativo”, que tenha atuado em várias etapas do processo de densificação e aprisionamento da terceira dimensão – essa pessoa não vai querer voltar a ser “draco”. Ela quer ir além. Ela precisa ir além. Ela precisa ser uma essência. Então, importa pouco sua origem, no sentido da busca final por conhecimento e, muito mais, a redescoberta de sua essência, que é livre de toda prisão, de todo jogo de interesses e da negatividade.
Isso é assim porque, hoje, não precisamos mais definir a nossa origem estelar ou cósmica, nem nossa estrutura energética para podermos acessar o mais profundo de nós mesmos. Quando não tínhamos o MOINTIAN no planeta, era mais difícil. Era preciso entender o processo interno, o que quase nunca ocorria, e estar fiel a um método que conduzisse ao despertar correto. Isso deveria estar baseado na origem cósmica, na família estelar e na configuração exata de cada estrutura energética. Tendo sido estudado e estruturado de maneira a acabar com essa confusão, o MOINTIAN não necessita definir esses pontos, e se adequa a todos os tipos de seres. Por isso, atualmente, a importância está no processo de assumirmos nossa essência, sem perdermos tempo definindo ou despertando memórias que podem ter efeito de dispersar a integração. Quando caminhamos no processo dessa integração da essência, podem surgir, naturalmente, algumas memórias. Mas elas serão as memórias “do meio do caminho”, se considerarmos o caminho de início como sendo a alma e, o final, a essência divina. Alguns tipos de depressão podem estar associados ao problema da ânsia por essa descoberta, como foi descrito no tópico 94 do livro azul. Sobre a estrutura energética, o capítulo 6 do livro verde explica bastante.