SOBRE OS ENCONTROS E MEMÓRIAS E UM NOVO CICLO DO MOINTIAN

16/04/2017


29. SOBRE OS ENCONTROS E MEMÓRIAS E UM NOVO CICLO DO MOINTIAN

Estamos vivendo uma nova fase do MOINTIAN e da conexão com a energia. Muitas definições e muitos fatos nos permitem vislumbrar novos rumos e novas possibilidades. Ainda é cedo para estabelecer definições mais concretas, mas estamos a caminho de uma fase mais ativa muito proximamente.É sabido que muitos de nós, que caminhamos juntos atualmente, já estivemos juntos, em outras épocas e lugares. Hoje, vejo que são muitos, até mais do que eu esperava, os que se pode reconhecer ou mesmo que redescobrimos como parte de uma convivência que vem desde há muito tempo. Há muitos que foram companheiros de caminhada, que conviveram proximamente ou que apenas passaram em uma certa linha do tempo passado. Era do conhecimento de alguns que o nosso, agora saudoso, amigo Antonio Carlos Izolan, foi dos poucos que estavam na Caxemira quando da anterior manifestação do MOINTIAN. E, ainda que não tivéssemos um laço mais forte por lá, sempre foi um companheiro marcante. Aquele período foi um marco importante para todos nós. Eu sempre considero inquebrantável um laço oriundo daquela convivência.
Temos, no entanto, vários tipos de “irmãos internos”, seres que participam dessa corrente, dessa hierarquia, como viemos a nos estabelecer. Há os dimensionais, pluridimensionais, que prestam auxílios em muitos aspectos, como muitos já o sabem; há os que, por se iniciarem no MOINTIAN, atingiram o nível interno de vibrar na mesma frequência, que estão numa mesma vibração, que já são livres da campânula e aos quais eu considero irmãos em nível de consciência; outros, ainda, remanescentes mais profundos, são parte de mim mesmo. Isso tudo compõe o universo MOINTIAN, um universo de possibilidades e definições que jamais tivemos igual, pois estamos vivos, aprendendo e descobrindo a cada dia.
Alguns dias atrás, em uma iniciação, tive a grata surpresa de reconhecer outra pessoa com a qual andamos muito próximos, eu, na Caxemira, 2000 anos atrás e o Delci, na Macedônia, 3000 anos atrás, para resumir o tema. Fomos muito próximos, nesses locais e especialmente na Caxemira, nas partilhas de informações, nos tratamentos aos demais, nas caminhadas para expandir a ideia própria para aquele antanho. Reencontramo-nos em inúmeras outras experiencias de vida, depois disso.
Reencontrar um companheiro de jornada, especialmente uma jornada tão ampla, significa muito. Assim como já ocorreu anteriormente, essa pessoa também faz parte de nossa família monádica. Eu diria que é a última remanescente ainda encarnada e sem estar fundida aos demais núcleos superiores. Com essa informação, também reescrevemos muito do que se “compreende” sobre as definições e conceitos espiritualistas. Além de haver tido uma enorme surpresa, por esse reencontro, tivemos algo que foi o mais importante: um encontro profundo com Micah, que me esclareceu ainda mais sobre o novo passo a ser dado. Sobre esse acontecimento, estávamos reunidos diante daquele ser grandioso, que nos abençoa, valida nossa atuação, para um novo trabalho que hora se inicia. Com isso, também, essa pessoa, que por hora ainda permanecerá desconhecida para muitos, e que estava sendo internamente preparada por meses, alcançou o nível mais elevado para si mesma. Todas as suas potencialidades, a compreensão sobre o Método e o alcance do que podemos realizar vieram à tona. Mesmo que inconsciente de muitos fatos do plano interno, é inegável, para si, a diferença que se opera em seu ser. Isso, a ponto de pessoas de seu convívio quase não a reconhecerem, ou sentirem uma emanação incrivelmente radiante e transformadora na sua presença. Muitas memórias despertaram.
Com esse fato, escondido até de mim mesmo, reencontro uma força dinâmica e firme que impulsiona a toda uma nova fase de trabalho. Certamente muitos devem estar sentindo o enorme fluxo de expansão e mesmo de impulso que, com isso, ocorre agora. É, definitivamente, um marco importante na nossa história.
Nunca foi meu propósito despertar memórias, consciências, antes do tempo ou mesmo colocar ideias dessas memórias quando o tempo para assimilá-las não fosse o ideal. Mas eu preciso seguir um fluxo. E o movimento desse fluxo, fez a aproximação de pessoas, seres, mônadas... Vejo, além disso, que outros irmãos internos estão alcançando muitas novas possibilidades. São outros reencontros, outras partilhas, outras motivações para seguirem com suas caminhadas. Estou vendo que os que estão abertos, conseguem ainda mais ter esclarecimentos profundos sobre seus processos, para a resolução de conflitos ou mesmo desajustes em todos os níveis do seu ser.
Há uma alegria intrínseca ao movimento, que nos impulsiona ao centro de nós mesmos. E todos os que estejam conectados a esse movimento, podem sentir as mudanças em seu próprio ser.
Com isso tudo, estamos no caminho de um ciclo muito mais ativo do MOINTIAN.


Um trabalho utópico

Ao se iniciar um trabalho grandioso, especialmente um com uma meta especifica, clara e definida para mim, e diretamente atribuído por Micah, isso gera uma força imensa.
Estar presente na onda do movimento que isso ocasiona é estar à beira de um precipício. Não há opção. Tudo vem à tona. Nas últimas semanas, todos têm sentido muito fortemente as mudanças em suas vidas. E como ondas, veem certezas incríveis intercaladas por dúvidas colossais. A sujeira do tapete é lançada, e não parece apenas uma poeira, senão toda a areia do deserto. É impossível ficar sem sentir algo quando estamos no meio do furacão.
Um trabalho assim profundo e oriundo do mais interno que podemos alcançar, exige tranquilidade, meditação, que as pessoas vivam apenas para si mesmas, para seus processos.
Eu consigo ver o plano geral de um trabalho logo no início. Mas quando outros estão juntos, se não conseguem conter suas emoções, tudo pode estar perdido.
Sinto que não está fácil para os que estão convivendo mais permanecerem firmes diante das turbulências que ocorrem. Até eu mesmo estou em profunda mudança em todos os níveis de minha vida.
Mas, se os que estão dentro titubeiam agora, a energia irá se recolher. E estancaremos algo que poderia ser grandioso.

Esperemos o próximo passo.
Dias atrás experimentamos uma energia muito renovadora, uma verdadeira iniciação transmitida por um grande ser que despertou.
Na próxima quarta-feira, pretendo estar em Santa Maria para expandir um pouco mais essa energia e, se ainda for possível, continuar com o trabalho ou recolhê-lo até outro momento propício.

Nas próximas semanas, estarei definindo os potenciais para estabelecer um novo ciclo ativo de atividades e um local apropriado para as práticas.


Aproximações e distanciamentos

É preciso entender muito claramente, que por mais que um ser esteja integrado, que faça parte de um trabalho grandioso ou que esteja no mais elevado nível interno, sempre há possibilidade de um distanciamento do proposito interno. Isso ocorre quando a prática da conexão com o eu superior é negligenciada. Se a personalidade, se a interpretação intelectual sobrepõe o intuitivo, isso ocasiona um distanciamento do propósito interno. O potencial, aquilo que se é internamente, jamais se perde, mas a conexão, o correto direcionamento, fica prejudicado. Assim, para os que seguem um fluxo constante, parece que houve uma ruptura, um afastamento, mas que é apenas a liberdade de escolha, que todos devemos saber que temos, não importando o nível interno atingido.


E, ainda mais, seguimos.



INICIAR, INICIAÇÃO, INSTRUÇÃO INTERNA, NÍVEIS DE TRABALHO

05/04/2017


24. Para iniciar no método

Ainda que existam as autoiniciações e que já tenhamos tido os testes com instrutores, o MOINTIAN é uma instrução pessoal, passada pelo Codificador do Método para os alunos interessados em aprendê-lo da maneira que possa trazer-lhes os melhores resultados. As instruções podem ser obtidas intelectualmente, pela leitura dos livros, mas as aberturas mais profundas e a correta estabilização da energia ocorrem pelo contato direto e pessoal com o Codificador.
Esse é um método muito antigo e que não segue quaisquer padrões já enunciados por escolas, métodos ou grupos. Foi estruturado ao longo de milênios, mas com a força e o objetivo estabelecido há mais de 210 mil anos, desde antes da minha chegada a este plano dimensional.
Mesmo que não tenha sido estabelecido um contato físico ou que o aluno não tenha contatado por qualquer meio de comunicação, a instrução do MOINTIAN é interna e será feita sempre comigo. Isso ocorre não apenas quando a iniciação é realizada pessoalmente, mas também quando é realizada a autoiniciação ou se for realizada por outra pessoa. Se não for assim, não é MOINTIAN. Por isso, tenho notado que os alunos ou interessados que fazem o contato comigo e que seguem as orientações mais diretas, obtêm melhores resultados pois, apesar de que a instrução esteja nas páginas dos livros, cada pessoa é muito singular e exige uma correta organização de técnicas para o seu correto despertar com o MOINTIAN.
Entendo que nada substitui a transmissão direta do conhecimento vivido por alguém que demonstre dominar um assunto. Então, posso dizer com segurança que, sendo o MOINTIAN um método único, nada substitui o contado direto e a instrução em cada etapa do processo, que a convivência com o Codificador do Método.
Por que isso é assim? Porque todos os que “conhecem energias” estão acostumados a invocar coisas e seres e a misturar hierarquias. Mas aqui, só tem MOINTIAN.
Então, mesmo que não seja estabelecido um contato físico, eu, no plano interno, terei que rever as ligações e conceitos que estabeleceram, os motivos pelos quais quiseram conhecer o método e ligar, desligar ou refazer conexões. Isso, obviamente, dá muito mais trabalho do que já fazer tudo da maneira correta desde o início. Lê o tópico 34 do livro azul.


25. Iniciações – início e após a iniciação

O MOINTIAN é um método de transmissão pessoal de conhecimentos. Enganam-se os que pensam que, por estarem nos livros todas as informações, como os procedimentos para as autoiniciações e as instruções para a realização das técnicas do Manual, não necessitem de instrução direta. Como Método complexo e preciso, exige uma instrução mais apurada para que seja possível desenvolver os potenciais da forma correta. É como aprender uma arte ou como entrar em uma faculdade: precisa-se da instrução, por quem de fato domine o tema. Nesse sentido, o Manual foi feito para facilitar a vida do Codificador. Com os livros, posso apontar diretamente conceitos ou técnicas que sejam específicas para cada aluno, de acordo com suas necessidades reais e internas. Mas essas informações internas, pessoais, só poderei transmitir na medida que haja uma transparência entre o aluno e o Codificador. Isso é que irá tornar um leitor em aluno. E o processo será facilitado. Os que não queiram o contato, ficam na câmara externa. Ou podem partir para outro método.
Mesmo que não queiram ou que não ocorra o contato ou uma comunicação por parte do aluno, no plano interno eu terei que verificar as condições de todos os que se iniciam no Método. E isso torna, de certa maneira, meu trabalho mais complexo. Algumas vezes, quando um leitor pensa da maneira antiga, querendo apenas agregar forças ou conhecimentos ao que já esteja realizando, misturando energias e conceitos, preciso desfazer conexões equivocadas ou mesmo anular iniciações. Por isso, é essencial entender o propósito do Método e é imprescindível ler o livro Uma Nova Consciência Para Uma Nova Humanidade (livro verde) antes de iniciar a leitura do Manual.
Ainda assim, o MOINTIAN propõe muita liberdade, pois os alunos estão livres para seguirem seu próprio caminho, a qualquer momento, ou após terem despertado sua essência interna e verdadeira.


26. Instrução interna e Nível III

Um verdadeiro aluno sabe que, desde o início, mas especialmente depois do Nível III, muitas transformações podem ocorrer. Em muitos casos entendem que a verdadeira instrução não está nas páginas do Manual. Isso porque a verdadeira instrução não é aquela escrita. É algo vivo, é algo além das definições escritas que, por mais profundas que sejam, são generalizadas, voltadas para a coletividade, para os alunos que aceitem o Método. A verdadeira instrução é uma parceria verdadeira, é um contato íntimo que pode ser acelerado quando esse aluno recebe um conjunto de técnicas ou indicações mais especificas para o seu processo individual e único. Isso também ocorre, ou pode ocorrer, em processos de desequilíbrio em vários níveis e constitui-se na condução terapêutica profunda, que tem por objetivo a aceleração do processo interno do aluno.


27. Instruções internas e além dos livros. Sobre reuniões

O que se pode ver, com as leituras dos livros, é que os que estão apenas na percepção intelectual vão apenas se concentrar no que está definido nas técnicas, pensando que nada mais ocorre.
Quando aqueles que percebem algo mais, que vivem de acordo com as percepções internas, comentam, vão dizer que estão de “segredinhos”. Mas é toda uma possibilidade que ocorreu com quem está lá, que não são escolhidos ou privilegiados...
Isso vai ocorrer em muitos níveis, pois para cada um que realmente necessite será uma instrução própria, particular. Nesse sentido, os livros e os escritos não são nada. Eles apenas servem para que eu possa saber em que nível está o aluno e como ele poderá ou não ser auxiliado.


28. Os diferentes níveis de trabalho

Isso é assim por que, em primeiro lugar, as necessidades iniciais são muitas. Há os que precisam de cuidados em nível de personalidade, há os que estão no limiar da alma, há os que estão prontos, mas despertando agora. Enfim, para cada grupo de alunos, as instruções, o conjunto de técnicas o foco é muito diferente.
Também se torna diferente quando um aluno assume uma tarefa interna. Então ele se distancia ainda mais do grupo geral. Ele assume compromissos pessoais e espirituais que modificam sua vida como um todo.




Os primeiros tópicos aqui postados fazem parte do blog do Manual do MOINTIAN. Ao expo-los aqui, reforço a importância de seu conteúdo.

Vamos seguindo...



CARACTERÍSTICAS, TEMPO PARA MUDANÇA, FASES

27/03/2017

20. SOBRE AS CARACTERÍSTICAS DE CADA UM

Ao longo dos anos eu vi que, quando se fala diretamente sobre uma característica que alguém manifesta e que precisa mudar, como o tom que a pessoa emite, essa pessoa não entende: “Como é? Depois tu me explicas? Daria para ser mais claro?” – perguntam.
O outro fato é que aquilo que cada um vê é sempre diferente. O que um vê não é o mesmo que o outro. E a verdade de um, não é a mesma de outro.

Alguns dizem: eu mudei. Sabem ou reconhecem que mudaram, trocaram focos, amadureceram.
Mas quantos realmente transformaram, transmutaram? Em que nível essa mudança ocorreu?
Porque tudo pode mudar, mas aquela característica “invisível”, a característica que é teu mote de vida, ela permanece. Então, saber qual é ela, capturar ela, montar nela, como a história antiga do pastoreio do touro, faz com que possamos usar algo que poderia ser negativo para transformar em algo positivo e extremamente valioso.
Veja por exemplo, uma pessoa que tenha sido meio dispersa, que nunca tenha gostado muito de fazer algo por muito tempo, de seguir regras ou de sair de casa por muito tempo ou de andar pelos parques e pelas ruas... Então, essa introversão, pode ser usada para a prática da meditação e, dos resultados, conhecimento interno e partilha.

De maneira geral, as pessoas só querem ouvir coisas boas a seu respeito. Então, entram no caminho interno, comigo, e não entendem quando eu dou uma “dica” sobre sua real personalidade. Assim, de “grande orientador” e amigo, eu passo a carrasco sem dó...
Sempre que iniciam no MOINTIAN, pedem que eu fale tudo a seu respeito: “não deixa de me falar qualquer coisa” para meu crescimento... Só que, nas poucas vezes que falo, e que pode não ser aquilo esperado, dá nisso. Não gostam.
É um problema que muitos acreditem que, apenas porque agora voltaram para o “crescimento interno”, já se achem pessoas boas. É que nem nas igrejas: “Agora foi aceita por Jesus...” que ignorância. É preciso ter muita coragem para perceber os erros e defeitos e querer de fato transformar uma vida. Mas não é por receber uma iniciação ou algumas aplicações de energia que tudo vai mudar. Para uma mudança, é preciso trabalho consciente, é preciso decisão, é preciso permanecer na decisão até que as mudanças se instalem de fato.
Muitos dizem que não entendem a maldade dos outros, quando lhes julgam e condenam. E perguntam o que fazer para mudá-los. Mas a mudança precisa ocorrer de dentro para que possa ser irradiada ao ambiente, para os demais. Quando ela ocorrer, talvez nem estejamos mais perto daquelas pessoas ou então aquelas pessoas irão nos ver com olhos diferentes, pois vão enxergar algo diferente. E o diferente foi a mudança que ocorreu, de dentro para fora.


21. Sobre o tempo para uma mudança ou transformação ocorrer

Conforme o capítulo 5 do livro verde, alguém me contestou, dizendo que até eu tinha uma companheira, e que eu havia dito que essa pessoa deveria isolar-se um tempo, para que primeiro se descobrisse, recolhesse sua força, descobrisse seu ser interno, e só então partisse para querer encontrar um companheiro. Bem, essa é uma daquelas análises muito temporais, muito imediatas que fazem, quando querem achar uma desculpa para não realizarem um processo de mudança, ou quando estão sentindo pena de si mesmos: pobre de mim, eu tenho que sofrer enquanto os outros se divertem...
Pois deveria saber, antes de emitir um comentário ou julgamento, que, para eu completar minhas “aptidões” para preparar meus corpos para a mudança em todos os níveis que precisava, isso lá, 18 anos atrás, eu fiquei em absoluto celibato e reclusão por 4 anos. Precisava desatar laços, curar profundamente meu ser, matar minha alma...


22. Sobre resoluções, mudanças e vida espiritual

Falam da dificuldade da vida espiritualizada, da dificuldade do convívio, que ocorrem muitas mudanças e que há muita seletividade, mas se fossem considerar a vida de fato, e as escolhas mais internas, coisas como cortes de cabelo, sair à rua, deveriam ser policiadas para a correta reclusão. Reclusão é um momento. Então, me veem como uma pessoa normal, que brinca, que come pizza, e que tem uma esposa. Mas e todo o resto? E todo o processo? E como eu cheguei a isso? O que abdiquei antes? Quanto tempo levei nisso? Então, não julguem o que não sabem e o que nunca fizeram. Mas tentem viver cada momento e ter o máximo de experiências para que possa ocorrer um despertar correto. E eu tendo vivido tudo conscientemente, serviu para poder passar as técnicas e os processos daqui, de outras vidas, do interno.


23. Sobre fases e conversas

Quando eu entendo que alguém está falando sobre algo da personalidade, eu não alimento isso. Eu deixo que saia, eu absorvo, mas não me envolvo nem deixo que aquilo seja o foco de uma conversa. Esse exemplo todos deveriam fazer e ter uma compreensão sobre as fases e vivências de cada um, livre totalmente de qualquer julgamento, em paz, com uma conexão perfeita entre o que se vê e o que se gostaria que o outro manifestasse.

Vale, como “tema de casa”, a leitura do terceiro e quarto parágrafos da página 44 do livro laranja.


Muitos fatos estão ocorrendo no plano interno. O fluxo da energia, o alcance, e até mesmo uma nova fase está prestes a se descortinar. Encontros milenares e transformações internas, das quais em um momento não muito distante, falarei, estão ocorrendo. O desabrochar e a integração de pessoas, remanescentes de anteriores ciclos da energia, nos impulsiona para uma nova fase.

E com isso, ainda mais amplamente, seguimos...


ACELERAÇÃO ESPIRITUAL, MUDANÇAS E CARACTERÍSTICAS

19/03/2017


14. Sobre a aceleração espiritual

Quando o processo interno é acelerado, especialmente por certas condições de necessidade de pessoal, necessárias para a realização de um determinado trabalho ou de grupo, muitos podem crescer, evoluir imensamente, mas carregando em si algumas sementes de características negativas da personalidade. É como fazer um pão com farinha integral sem peneirá-la devidamente. Logo, agrega-se o fermento e a massa cresce, crescendo junto, se pudermos comparar assim, aquelas sementes de processos negativos da personalidade que não foram devidamente trabalhadas.
Isso, como consequência, gera uma pessoa altamente espiritualizada, um mestre interno, mas com problemas de personalidade bem marcantes. E a falta de contato interno pode agravar as situações de conflito. Com isso, o desequilíbrio entre o interno e o externo se acentua. É preciso querer muito o contato interno, que dá força, que dá a direção para o próprio caminho. E assim, as características que não foram eliminadas vão, aos poucos, sendo trabalhadas.

15. Um mestre atual – o tópico 53 do livro azul e além dele

É de grande responsabilidade para os que estejam em um nível interno avançado – aqueles que sabem o que são internamente - que identifiquem padrões equivocados ou que podem ser transformados em outros que também sejam avançados, e que auxiliem na transmutação disso, mas com extremada sabedoria. Em vez de críticas, de rechaços ou de afastamento, é preciso acolher e despertar a força interna ainda mais.

Voltamos àquele princípio de perseverar, de necessitar ver, sentir e querer estar com o nível da essência dos outros. É preciso ver o ser interno e é preciso estimular esse interno, essa essência, muito mais que a parte externa ou as características que possam ser negativas e que devam ser eliminadas.
Então, em algum aspecto, ou para alguns, mesmo que eu tenha dito que a coisa dos signos esteja obsoleta, pode ser importante, a partir de certo ponto, praticar os festivais para fazer um ciclo, percorrendo os signos por um ano, identificando as características negativas e tentando transformá-las nos aspectos positivos de cada signo.
Mas, isso dos plenilúnios, nada tem a ver com astrologia ou mapa astral. É apenas com as características da personalidade que precisam estar sendo analisadas, características que se manifestam mais em um signo que outro, mas que tem muito mais a ver com a manifestação dos raios. É apenas para isso que vai servir esse trabalho. Identificar padrões positivos e negativos de cada raio, de vários grupos de personalidades e observar em si como isso se manifesta a cada ciclo. Mas não vou desenvolver mais isso agora.

16. Não é para grupos

MOINTIAN não é para grupos. Tenho trabalhado para que todos sintam-se livres, plenos, mas são poucos os que realmente criaram aquela intimidade real, fruto não apenas do convívio, da abertura, mas pela real compreensão de si mesmos e de seus processos internos.
Alguns, quando se dá uma dica, vão sempre no caminho contrário, especialmente os mais “mentais”. Analisam tudo, mas permanecem sem olhar no espelho para ver a real face que pretendo mostrar. Outros, poucos, enxergam de tal maneira a si mesmos que o espelho desaparece. São tão claros, transparentes, com suas histórias simples e abertas, que vivem plenamente uma vida de liberdade. Então, eu gosto de conviver com esses e com os que pretendem quebrar seus espelhos.
Continuar escrevendo, parece ser a maneira de deixar a energia viva, que transforma, em um dado momento. É como estarmos juntos. É uma necessidade de ainda trazer este fluxo para os que seguem e para os que chegam.
Penso que estes textos não serão muito coerentes, nem rebuscados como os do conversando. Mas são a mostra do fluxo da corrente viva da energia.

Apesar de que eu diga que não fico puxando os outros, que cada um siga como deve, e que não devemos ficar puxando, carregando os demais, eu ainda reforço a ideia de que é preciso dar a mão para o amigo que está ao nosso lado. É preciso dar atenção ao amigo que caminha junto.

17. As orientações

Todos ainda estão muito acostumados a querer alguém para lhes dar ou dizer os passos a seguir. Mas eu não vou dizer o que fazer. E mostro o caminho, mesmo que tenham que ler nas entrelinhas, para a vida ser alegre.

18. As mudanças

Quando uma mudança ocorre, como no aspecto das relações, especialmente naquelas de anos sendo pensadas, mas que nunca se teve a força para realizar, o processo pode não ser nada fácil.
É como arrancar uma parte de si. É preciso avaliar se essa parte estava pobre ou era sã, ou se era uma situação estável, mas vampiresca, ou se era uma relação que não existia qualquer traço de amor.
Mas quando o processo se dá, é mesmo como arrancar um membro. É difícil, é doloroso, mas é o que sempre a pessoa quis. Então, quando é feito o corte, pensam que foi errado. Qualquer coisa é certa ou errada. Mas é preciso ser firme na decisão. É preciso saber o que é o melhor após a turbulência passar. Ficam anos pedindo ajuda, força para uma mudança, mas quando ela esta ocorrendo, o auxilio passa a ser o terror para os que estão em dúvida quanto ao passo a ser tomado. Quanto a isso, é sempre importante ter um próximo passo. É importante fazer mudanças inteligentes, pensando no próximo passo.

19. Características da essência

Quando o ser interno desperta, quando a essência se coliga ao nível além da alma, despertam características próprias do ser. Essas, nada tem a ver com grupos ou estruturas de grupos já conhecidas na terra. Alguém nesse nível, não vai precisar estudar magia, xamanismo, para entender o fluxo da “materialização” ou mesmo o fluxo da energia pelo ambiente. Alguém nesse nível estará ligado ao que importa e será muito mais que esses grupos já foram ou que seus mais elevados membros possam ter conhecido.



Por hoje, isso. Então, seguimos...

MEU PROPÓSITO

06/03/2017

11. MEU PROPÓSITO

Muitos sugerem que é preciso fazer mais, divulgar, abrir o MOINTIAN.
Mas eu sei o que sou, o que preciso ser e o que quero fazer. Não quero ser outro.
Continuar escrevendo e usar os meios comunicação atuais disponíveis, não serve para tentar divulgar ou arrecadar alunos. Isto aqui é uma conversa entre amigos, e para os que ainda precisam de um suporte para atingirem seus potenciais. Mas eu não estou aqui para ser igual ou diferente dos demais. Só estou. Sigo.
É muito importante entender o MOINTIAN pelo seu propósito real, como uma corrente de ensinamento transmitida por meio de uma iniciação direta. Nesta fase, também é importante saber que MOINTIAN não é como uma técnica, como as comuns, ou como mais uma ferramenta para acrescentar informações intelectuais, como atualmente ocorre e muito se vê, especialmente nos meios de partilha de informação de massa. São muitas informações transmitidas, mas pouca profundidade nas palavras. São muitas fórmulas ensinadas, mas poucos dos que pensam ensinar de fato usaram tais fórmulas para si mesmos. Ou então, muitas palavras bonitas, mas pouco uso prático.
Minha posição é firme, contra as escolas tradicionais espiritualistas, isso tenho deixado bem claro nas páginas já escritas até o presente momento. No entanto, se o aluno atento for analisar com cuidado as informações já partilhadas, poderá constatar que, bem certamente, eu sou a “tradição” mais antiga que existe, fora, obviamente, aquelas derivadas originalmente de certos grupos invasores. Mas não vamos desviar o assunto para esse lado.
Preciso chamar a atenção para que entendam que o MOINTIAN é um método de transmissão muito pessoal de iniciações internas. São chaves que são passadas para os alunos. É fato, no entanto, que muitos, mesmo iniciados, não são meus alunos e nem nunca o serão. E nem têm acesso real e profundo ao MOINTIAN. Meus alunos ou companheiros, são aqueles que sabem, aqueles que, por razões de uma sintonia, de uma grande resolução que tiveram em suas vidas ou por um chamado interno, se aproximaram e se conectaram com o propósito.
Então, eu não preciso de propaganda. E não tem como haver instrutores do método. Instrutores seriam como aquilo da homeopatia: vai-se diluindo a composição, diluindo tanto, até que só os crentes sentem efeitos... Até tivemos uma importante fase, na qual houve a tentativa de expandir o MOINTIAN com instrutores e cursos. Mas vimos que esse não é o ideal, pois os mais avançados precisam seguir seus próprios caminhos. O que precisa haver são pessoas integradas, avançadas em seu processo interno, e que, se ainda sigam com o Método, possam falar de MOINTIAN e indicá-lo. Ainda assim, é preciso entender que o Método não é para ser perpetuado, pois seu sentido é ser um meio para cada um seguir adiante. E esse seguir adiante não pode ser fantasiado, porque eu sei o que é fantasia e quando alguém atingiu algo e se atingiu e voltou um passo ou se recusou o passo...
Sendo assim, os que precisarem chegar, vão chegar, por livre escolha.
Mas eu, eu não quero ser nada além do que já sou. Eu já tenho trabalho demais com os poucos alunos que querem a minha atenção...

Preciso salientar minha posição porque, se pesquisamos no Youtube algo como meditação, por exemplo, o que podemos encontrar? Um bando gente equivocada, e outro tanto de pessoas mal-intencionadas, ensinando o que nunca viveram. E, se viveram, não era de fato o que precisava ser falado ou perseguido. Isso, especialmente, quando falam “meditação para prosperidade”. Jamais. Pode ser que ensinem alguma bruxaria, hipnose ou superstições. Mas meditação é para acabar, para morrer, para matar o que tu estás perseguindo no mundo. Então, não posso usar os mesmos recursos, e não quero aparecer nem perto dessas pessoas. Ademais, eu não estou aqui para fazer discurso, eu estou para mostrar como atingir resultados com as técnicas. Apresentando algo prático e simples, quero mostrar como sair de tudo isso que vemos como uma prisão.
Por que falar ainda mais? Já são mais de 250 vídeos, mais de 1390 páginas... Mas não importa, pois sempre há novos, sempre há os que precisam saber onde começar para adquirir seu próprio conhecimento. E eu não me importo em falar, desde que as palavras sejam, não apenas ouvidas, mas usadas da maneira correta.


12. SOBRE O NOVO E OS QUE FALAM DO NOVO

É comum hoje falar dos outros como errados. Eu mesmo tenho falado muito sobre o engano da espiritualidade. Mas eu preciso parar com isso. Afinal, está virando moda parecer irritado com os métodos ou dizer que outros fazem coisas erradas. Então, eu não posso mais falar do que foi, nem do que é. Só do que não sei...


13. SOBRE CONHECIMENTO ANTIGO E AS NOVAS GERAÇÕES

Algum tempo atrás, para alguém ensinar uma receita, de um pão, por exemplo, era preciso ter experimentado aquilo por diversas vezes. Hoje, eu vejo a situação assim: hoje vou ensinar como se faz um pão... então vocês fazem e depois me dizem como fica, porque eu ainda não experimentei...
O que é isso? Como alguém pode ter ares de professor, e outros ainda dizerem que aprendem algo, se não sabem para si, se não experimentaram, se não viveram a situação e adquiriram a maestria sobre ela? É assim que vejo muitos que iniciam na espiritualidade e pensam que conhecem esse mundo tão cheio de nuances.

Os que são mais cuidadosos e que, como eu, vivemos na espiritualidade desde que nos conhecemos, tivemos nossa base de conhecimento derivado do “conhecimento antigo”. Aprendemos com ele, absorvemos todo o seu potencial e energia. Vi, no entanto, seus equívocos, não intelectualmente, senão que internos. Hoje, somos os verdadeiros pioneiros. Somos a geração mais avançada. No entanto, vejo poucos jovens, raras e belíssimas exceções, com potencial para irem além disso. Vejo que muitos de nós, com um pouco mais de idade, precisamos ficar anciões, porque, por no mínimo duas gerações, estaremos sujeitos a ver pouquíssimos líderes com integração suficiente para ir além do que temos alcançado. São muitos os que dão sua força e integridade para as facilidades do mundo. Não sabem silenciar. Querem falar do que ainda não aprenderam. Precisariam aprender o que estamos fazendo e ir além disso. Mas para isso, é preciso primeiro deixar o velho, que nós já pisamos em cima, e ir além do que conquistamos, não para trás. Quando jovens ensinam o que é antigo, é um retrocesso, uma falta de entendimento, um retorno ao ponto que iniciamos, anos, décadas atrás.
Mas vejo alguns com potencial tão grande, que certamente nos trarão muitas boas novidades. Assim sigo pensando.


SOBRE COMO SABER SE UM PENSAMENTO É VERDADEIRO OU FALSO


23/02/2017


10. SOBRE COMO SABER SE UM PENSAMENTO É VERDADEIRO OU FALSO

A Parte III C do livro azul, Percepções e Caminho Espiritual, é particularmente importante para a aquisição do conhecimento individual, para a construção da vida interna e espiritual. Dando continuidade aos tópicos 73 e 74, inseridos nessa parte, quero deixar agora uma importante reflexão.
Sempre me perguntam sobre como ter certeza a respeito de alguma coisa. Perguntam-me sobre como saber se um pensamento que vem é uma intuição, um julgamento ou uma simples análise mental e como identificar se isso é verdadeiro ou falso sobre a coisa pensada. Pois eu posso afirmar que sempre que for a respeito de algo desejado, haverá um engano. Sempre que nossa vontade de saber a respeito de algo, de alguém, de alguma coisa, for estimulada pela posse, pelo desejo, pela vontade de possuir, de reter, de obter, e até mesmo de ajudar, fará um juízo falso que tomará conta da nossa mente e das nossas emoções. Somente aquilo sobre o que não temos necessidade, nem desejo, nem vontade de possuir, pode ser ou vir à mente como real intuição e como julgamento verdadeiro e profundo sobre alguma coisa.

Eu até teria muitos outros textos para colocar aqui hoje mas penso que este merece um profundo estudo e reflexão.
No mais, seguimos...



DEZESSETE ANOS DO MOINTIAN

13/02/2017

17 ANOS DO MOINTIAN

Como muitos devem saber, não gosto do discurso pronto. Gosto quando o fluxo da informação vem como resposta da necessidade e pela integração do grupo. No entanto, tenho levado notas e páginas impressas porque sei que algumas ondas de incompreensão ou de desacordo podem estar no ambiente. Isso ocorre quando pessoas estão reunidas. Infelizmente ainda ocorre em grupos que se dizem espiritualizados.
Mas eu levei algumas páginas impressas contendo pontos essenciais para nossa fase atual. E nada melhor que o início de um ciclo, marcado por uma data especial, para expor as ideias que serão a base de nossa renovação.

Falemos do encontro
Foram três dias de encontro.
Na quarta-feira, fiz questão de mostrar a maneira mais simples de fazer a meditação da quarta-feira. Ainda mais simples que a “simplificada” exposta no livro conversando sobre MOINTIAN. Fiz isso porque é preciso que saibam que não são as coisas ditas, mas as vividas que importam.
Logo após a meditação, como era um encontro com pessoas que há muito não se viam, saímos do recomendado, que seria terminar o encontro e ir para casa, demos um tempo e saboreamos umas pizzas...

Na quinta-feira, conversei com amigos pela manhã, e tivemos um almoço.
O encontro do aniversário foi marcado por grandes contrastes. Uma grande energia renovadora tomou conta do ambiente. Para uns, isso é um salto para o alto. Para outros, deixou aflorar, e deixará ainda mais, características que estavam guardadas, fazendo vir à tona, mesmo para os mais antigos, aquilo que foi deixado desapercebido, sem o devido trabalho, o qual podemos realizar seguindo as indicações preciosas do livro verde.
O discurso foi importante, pois ali estavam as chaves, em palavras, que mostravam os pontos que devem ser corretamente analisados a partir desse fluxo recebido por todos. Colocarei o texto integral, até mesmo as partes que não puderam ser lidas no final desta postagem. E pode-se ver os vídeos no canal do MOINTIAN no Youtube.
Finalizei o discurso depois quase uma hora. Assim, pude dar atenção individual aos alunos e amigos que há muito não via. Ficamos até as 11 horas conversando. Algo que muitos não entenderam foi o fato de que, além de estar dissolvendo características para os que conversaram, estava estabilizando a energia que havia sido distribuída naquele encontro. Enquanto partilhavam de deliciosos salgados e doces, confeccionados com muito carinho, eu continuava na conversa terapêutica. Foi assim que pude dar atenção aos que quiseram.

Na sexta-feira, tivemos um almoço e logo partimos para a chácara dos amigos Alírio e Rosa. Deixo aqui meu agradecimento ao casal Alírio e Rosa pelo carinho com que nos receberam. Sempre é bem trabalhoso para quem recebe, pois tem um trabalho de ajeitar para o encontro e ajeitar após, limpando as sujeiras que muitos fazem, mesmo sem querer. Mas foram momentos muito agradáveis. Tivemos inclusive um IOM ao ar livre e passeios por entre as árvores cuidadosamente selecionadas e plantadas pelo Alírio...

E foi isso. Na próxima quarta-feira, dia 15 de fevereiro, uma grande parcela daquela energia disponível no dia 9 estará sendo estabilizada para todos.

Pretendo fazer um novo encontro em junho de 2017, para aprofundarmos os temas novos.

Seguem algumas fotos e, abaixo, os textos do encontro, que marcam o início de uma nova série de textos.







Alírio, Rosa e Jardim


Textos que foram falados e outros não falados

1 - VERDADE - AINDA SOBRE A VERDADE
O capítulo 1 do livro verde continua sendo uma incógnita para muitos. Ainda não entendem o que é a verdade do cotidiano e como ela se manifesta. Ou, ainda, alguns não conseguem reconhecer que são assíduos contadores de mentirinhas. O que é a verdade, afinal? O que é a verdade do cotidiano? Alguns se enganam pensando que são verdadeiros, que não mentem, mas contam falsas verdades para manter uma situação, um relacionamento ou mesmo uma falsa alegria. Não poder ser absolutamente franco é mentira, do meu ponto de vista. É uma mentira para si mesmo. É algo que vai ficar lá dentro, remoendo, crescendo, aumentando, até se tornar uma doença. Então, mentiras são mais frequentes que se pensa. Se é impossível ser franco, se é impossível emitir opinião própria, dentro de casa ou em um relacionamento, seja profissional ou emocional, amoroso, então está faltando algo aí. Falta a sinceridade, falta a transparência, falta a capacidade de entendimento entre os dois lados. Parece-me que esse relacionamento já acabou, porque não se pode viver de mentiras ou de enganações.
Esta verdade simples, de dizer o que se é, na hora que precisa, é necessária para o crescimento interno. Sem ela é impossível pensar em evolução, em autoconhecimento, em poder pessoal. Como ter poder pessoal se ainda precisa submeter-se a uma vontade alheia, que impede que sua opinião, que sua verdade seja mostrada? Mas sempre com harmonia...

Outro agravante dessa falta de reconhecer o que seria a verdade do cotidiano, é o que algumas pessoas fazem, quando tentam tirar vantagem de uma situação mínima, até quando entram numa fila de supermercado. E depois, acham que o que vivem é verdade, é algo comum, porque os outros é que eram “tontos”. Por exemplo, e um só de milhares, outro dia eu estava no mercado, perto da hora do almoço (para quem almoça na hora). Então, eu entrei na fila de um caixa. Umas duas ou três pessoas na minha frente. Notei que o caixa ao lado se preparava para abrir. Fiquei cuidando porque queria avisar o cidadão que estava na minha frente que poderíamos passar para o lado. Quando o caixa abriu, não tive tempo de avisar o que estava na minha frente. Uma mulher, com ares de esperta, entrou na fila, na nossa frente, e sentindo-se grandiosa. Certamente aquele teria sido o maior feito da vida dela pois, ainda que demonstrasse claramente satisfação por haver “sido esperta”, trazia ares e irradiava uma atmosfera de profunda angústia e depressão. Realmente, não entendem o que é verdade. Estão com um pé no esgoto e debocham do que cheira mal. Não é questão de haver uma moral nisso, ou um castigo divino. Longe de nós esses pensamentos retrógrados. Mas, cadê o bom senso e o senso do bem comum? Aqueles dois atributos que nos fazem conectar com as coisas mais puras e boas que os seres humanos ainda podem irradiar: a alegria e o prazer da partilha. Como podem entender que a frustração aumenta para os que enganam a si mesmos com falsas conquistas, especialmente as baseadas na cegueira, no não querer entender a vida e suas relações com os demais?

1b - AINDA SOBRE VERDADE – sobre o que existe e o que não existe...
O que um vê, o que um sabe. Um engenheiro pode ser ignorante de filosofia. Um filosofo pode ser ignorante de direito. Um advogado pode ser ignorante de matemática...
Então, como duvidar do conhecimento adquirido, vivido, íntimo... Nenhum desses “ignorantes” supra citados pode dizer que o seu conhecimento seja mais importante que o do outro.
Se voltamos essa conclusão para o mundo espiritualista, percebemos que um espírita, um vidente, um tibetano ocultista, verdadeiro em sua vivência, sabe o que vê e onde atuar. É a sua verdade e sua vida.
No entanto, isso não importa para nós. Isso não importa para o caminho mais profundo que estamos perseguindo aqui. Eles existem, é óbvio, mas para nós não importam! Nem queremos aquilo que é vital, que é motivo de orgulho, que é a conquista maior para aquelas pessoas.
Sendo assim, a questão não é sobre quem está certo ou errado, quem detém a verdade. A questão é em qual mundo eu quero viver. Tu não podes me questionar, assim como eu não posso questionar tuas verdades. Mas se tu queres aceitar meu convite, para estar no meu mundo, então deves partilhar das minhas verdades.

1c - O certo e o errado – tudo certo e tudo errado...
Certo para cada um, seguindo o que pensa e segue. Errado para os demais. Então, aqui, peço que fiquem apenas aqueles que aceitem o que é aqui definido como certo.
Todas as teorias e todas as escolas estão corretas. Até vão produzir determinado resultado, elevar até determinado ponto ao que muitos consideram o suprassumo. Entretanto, não estão todas certas ao mesmo tempo. Cada uma é certa para o que se destina. Assim, aqui, são as verdades deste grupo que importam, e as ideias e técnicas que, para os que as aceitem, farão com que se elevem. Então, não importam as verdades, mas o que se quer seguir. É a mesma questão das dimensões: tudo é possível e verdade, depende da dimensão que se vê ou se vive ou que se quer viver.


2 – NOVIDADES – DOS BLOGS
2a - Conhecimentos, escritos e o que é agora
Penso que é da ordem natural do conhecimento transmitido que haja uma renovação constante. Pensei nos vídeos já postados. De fato, eles expressam uma base de ensinamentos, mas representam, acima de qualquer coisa, uma determinada fase da transmissão do conhecimento. É sempre necessário estar atento para que a linguagem da transmissão esteja viva. Portanto, uma reciclagem de temas de tópicos, uma ênfase maior ou menor em certo ponto, faz diferença para cada fase. Uma fase, portanto, pode ser apenas a tomada de consciência de um ponto mais que outro, pois será sempre uma ênfase dentro de algo que foi, desde o início, já definido. Mas a linguagem renova tudo, como tratar uma água que pode ficar parada.

2b - Sobre as leituras iniciais indispensáveis e o contato para iniciação a distância
É preciso instruir, mostrar como construir o bom-senso e o senso comum, conforme defino no livro verde. Só assim posso mostrar o propósito real do MOINTIAN e do meu trabalho. Só assim posso formar uma base de conhecimentos para os que se iniciam nesse caminho. Por isso que as leituras e o estudo dos textos indicados são necessários antes das iniciações. Não estamos para trabalhar com energias, somente, como era ensinado para outros métodos. Estamos para a construção de uma ponte entre o ser encarnado e sua essência. Para isso, é preciso que cada um entenda a espiritualidade e a forma atual, renovada ou mesmo simples, para fazer esse trabalho. A energia, as técnicas, são as ferramentas para a realização do trabalho, mas o pensamento é o combustível. Aqueles que não contatam são os que misturam coisas.


3 – Auxílio ao aluno – significado
A - Auxílio para as iniciações – 5-7 horas
Acompanhamento a distância para as Iniciações no MOINTIAN. Os procedimentos serão todos realizados pelo Codificador, o que torna o momento mais seguro e eficaz, garantindo a melhor conexão com o Método. Tenho notado que todos os que pedem esse auxílio compreendem melhor o Método e estabelecem um contato fraternal e profundo, usufruindo mais amplamente dos efeitos das iniciações.

B - Conforto Espiritual – 6-8 horas
Irradiação ou envio de energia a distância, para restabelecer o contato interno do aluno ou estabilizar alguma reação proveniente de preocupações ou impossibilidade de entendimento de uma situação de vida.

C - Conversas e questionamentos – 10h30-14h30
Atendimento pessoal para esclarecimentos de dúvidas relativos aos estudos ou sobre fases da vida interna de cada um. Essa é uma troca importante que desperta para a construção individual de pontos de vista e para o entendimento das técnicas ou da vida interna. As informações relativas ao uso conjunto de técnicas não estão nos livros. Elas são transmitidas apenas pessoalmente, para cada caso em particular. As conversas podem ser feitas por telefone, Skype ou e-mail.

D - Meditação da Quarta-feira – 19h30
A primeira parte do procedimento da Meditação de Quarta-feira é destinada, pelo Codificador do MOINTIAN, para todos os alunos e amigos, de forma impessoal, imparcial e incondicional.

Todas essas formas de auxílio são gratuitas, e fazem parte do meu trabalho.
No momento, devido a compromissos pessoais, apenas nas sextas-feiras não estou realizando os auxílios.


4 – IMPORTÂNCIA DO MANUAL E DO LIVRO LARANJA
É preciso dar atenção ao Manual.
É comum aos que estão no Nível I dizerem que tem pouca coisa para fazer, e que são seis meses apenas com uma sequência simples e que dura poucos minutos. O fato é que têm no mínimo seis meses para ir lendo, relendo, anotando, vivendo e entendendo o Manual e o que cada parágrafo quer dizer. Aposto que muitos dos aqui presentes, mesmo com Nível III ou IV, nunca leram coisas como: p. 79 – como proceder - ler o capítulo – e isso apenas no Nível I. Depois, querem ir para o Nível II porque o tempo já passou: e a compreensão, e a utilização? Cada passo precisa ser entendido e ter seus efeitos e resoluções.
Sobre cura – p. 12. Não é a parte física que importa.
E agora ainda temos todo o material de leitura complementar, para estudar e aplicar na vida.

4b - Sobre o que é a vida interna e sua importância
É preciso dar muita importância para o EBM. É preciso atingir com clareza o EI.
Muitos ficam querendo mais técnicas, conjuntos de técnicas, mesmo após o Nível IV, mas nunca atingiram uma compreensão real do EBM. É preciso ter consciência de que esse estado foi atingido para poder ter suas próprias conclusões e sua vida interna. É o EI e a meditação que traz a vida interna.
Assim, aqueles que estão no Nível I, II, podem ir estudando e aplicando o EBM durante as autoaplicações.
Diante disso, temos duas chaves importantes para preencher o tempo e despertar a vida interna: a leitura atenta do Manual, sabendo do significado real e interno de cada palavra e parágrafo, e o estudo do livro laranja, com o foco direcionado para atingir o EI e ter alguma vivência com ele para definitivamente despertar a vida interna. Para quem já é iniciado, depois do treinamento básico, buscar o EI durante uma autoaplicação.

Como compreender realmente a uma pessoa, se estamos sempre no campo da vigília? Se é difícil entender ou saber o que há dentro de outro, imagina compreender sobre dimensões e sobre a realidade interna. Por isso, mais uma vez, a chave é o encontro interno. Na medida que entramos em nós mesmos, e entendemos nossos processos, novas dimensões são acessadas e a compreensão do mundo se expande. Assim, vamos, por consequência, vendo novas dimensões nos outros!

O lado interno para os que não o vivem
É extremamente complexo falar sobre esse lado da espiritualidade, o lado daquele que não percebe sua vida interna. Há, contudo, um ponto fundamental que é aquele no qual a energia, ou o MOINTIAN disfarçado de energia, presta a seus alunos que necessitam “desenvolver sua sensibilidade”: usar a energia, as aplicações, em outras pessoas. Alguns resultados com as aplicações renovam a certeza de que algo está ocorrendo e dá mais um sopro para que se persevere com tranquilidade.
Outro aspecto é o de ser um ponto de distribuição de qualidades superiores e de compreensão dos demais. Mas é preciso confiar, sempre. Realizar o EBM e encontrar o EI é o ponto fundamental desse desenvolvimento.
Há, no entanto, pessoas que não sentem, mas conseguem resultados quando aplicam em outros. Mas será que é preciso sentir algo? Por que não podem já estar completos, sem necessidade de mais técnicas? Apenas por que não percebem?


5 - BOOKMARKS
Algo que gostaria de salientar é a importância dos arquivos em pdf, com suas bookmarks ou os links para os capítulos dos livros. Especialmente no Manual em PDF, há muitas notas explicativas, símbolos e comentários importantes.
Por que 3 versões do Manual para download? – 10 anos atrás poderia haver memória insuficiente para muitos. Então, o arquivo “light” ou leve, tem apenas 3MB. Já o arquivo com as notas explicativas está com 15 MB. E o arquivo que tem figuras com boa resolução gráfica ficou com 25 MB. Hoje é pouco, considerando que a maioria dos smartphones tem 32GB de memória. Mas eu comecei a trabalhar com microcomputadores no início dos anos 80 quando, então, era preciso programar a máquina e algumas tinham algo entre 2 e 64 KBytes de memória. Muitas vezes, quando se terminava de programar o micro, não havia memória para testar o programa...

Teremos, em breve, as notas do libro branco, em PDF.


6. SOBRE A NAVE DO UNIVERSO MOINTIAN
Na capa deste blog há um sketch. É um esboço ou um resumo do que pode ser a nave do MOINTIAN.
Atualmente ampliada, transforma-se numa verdadeira cidade. Ou uma metrópole com várias cidades. Ou um arquipélago com uma ilha principal envolta de várias menores, independentes mas complementares.
Aqueles retângulos que aparecem mais externamente compõem a parte externa da nave. São as salas originais. Mas o que pode confundir a muitos, são as diversas possibilidades de entrada nessa nave.
Para alguns, como quando se realiza a meditação da quarta-feira, entra-se por um desses retângulos que são salas, e ele já é a sala principal da nave. Então, ali mesmo está aquele fluxo imenso de energia que vem do alto e segue em direção á terra. Ao mesmo tempo, se uma dessas salas ou retângulos for visto como uma janela, pode-se ver ao longe a Terra. E aí se tem outra configuração, outra forma de se visualizar ou de estar na nave.
Saindo dessa sala principal, pode-se ir as demais, se elas forem ainda vistas como retângulos.
No contexto mais atualizado, pode-se entrar na ilha central, por exemplo, e então ela seria a sala principal com o fluxo de energia vindo do alto e dirigindo-se para a terra. Se alguém entrasse pelos retângulos, estes agora seriam como portões, que dão acesso as ilhas menores e seguem em algo como estradas até a ilha central. E muitas dessas ilhas menores são na verdade conexões com grupos estelares, dependendo do que cada um necessite.


7. NÍVEL III E ESCOLHAS
Lembra que se diz que no nível III a pessoa faz suas escolhas?
Eu realmente procuro estimular que cada um assuma e se identifique com a parte mais profunda e essencial, divina, de seu ser. Mas isso é para dar o poder pessoal e estimular todas as mais sublimes características. Há, no entanto, uns que encontram mais egocentrismo e materialismo e outros tantos que, iniciando esse encontro interno, se perdem naquilo que já foram. Esquecem que a parte superior está além das manifestações, está além das encarnações e dos “tipos”, dos “personagens” encarnados neste mundo. É preciso ir além, acima disso. É preciso diligência, silêncio, foco – acima de tudo.
Quando esse despertar ocorre, o aluno tem, na sua frente, conscientemente ou não, um encontro interno muito forte. Então, vêm os registros de passado e de alma e até um respingo de mônada.
Mas aquele contato, que primeiramente parece mais íntimo, mais interno, ainda é um contato com os reflexos de tudo o que foi, com tudo o que fez e tem traços de bem e de mal, de experiências, de encarnações. Diante disso, dessa conquista, muitos, ou a maioria, pensa que esse é o suprassumo da sua conquista espiritual. Mas não é assim. É o que vem depois disso, aquele vazio, o lançar-se no eterno que é a verdadeira essência – é quando as lembranças e as experiências passadas se integram e se dissolvem.
Grande parte das pessoas descreve sobre essas conquistas, essas experiências, mas não sobre o estar solto, livre da campânula. E quando essas coisas do passado, do que se foi, do que se fez, ficam pesando, ficam tomando parte da vida consciente, mesmo um liberto pode se sentir preso. Isso acontece muito. Essas pessoas ainda carregam consigo o mundo do que foi, do que foram.
Quando despertam para a vida da alma, para o que foram, e se transformam, pelo peso da alma imortal que reconhecem, muitos assumem, vestem uma máscara de alma. Mas esse ainda não é o nível que importa. Podem até ter atingido o núcleo central de si mesmos e terem descoberto, terem visto os seus registros. Por conta disso, muitos se vão, seguem o seu caminho. Muitos seguem suas máscaras. Muitos vivem as vidas do seu passado. Mas esse não é o fim. É o meio do caminho. O que está acima disso é que realmente importa. E nesse fim, não há o passado, não é preciso vestir as roupas antigas, nem falar as línguas passadas, nem chamar para si os que ficaram atrás. Nesse fim, somos o novo e o todo.

Um verdadeiro aluno sabe que depois do Nível III, muitas transformações podem ocorrer. Em muitos casos entendem que a verdadeira instrução não está nas páginas do Manual. Isso porque a verdadeira instrução não é aquela escrita. É algo vivo, é algo além das definições escritas que, ainda que extremamente profundas, são generalizadas, voltadas para a coletividade, para os alunos que aceitem o método. Mas o verdadeiro conhecimento ou instrução é uma verdadeira parceria, é um contato íntimo que pode ser acelerado quando esse aluno recebe um conjunto de técnicas ou indicações mais especificas para o seu próprio processo individual e único. Isso também ocorre, ou pode ocorrer em processos de desequilíbrio em vários níveis e constitui-se na condução terapêutica profunda, que tem por objetivo a aceleração do processo interno do aluno.


8.ESTRUTURA ENERGÉTICA E PRÁTICAS ORIENTAIS
É importante entender que o conhecimento sobre a estrutura energética real só importa para quem não está integrado ao MOINTIAN. Não ensino, não saliento, não alimento a pesquisa sobre origens remotas, sobre grupos estelares ou sobre a que raça alguém pertença porque isso faria alimentar: a personalidade, quando relativa a etnias; a alma, quando relativa a grupos originais e até estelares. O que importa é a construção da ponte entre aquele algo, de nós mesmos, que está além da alma e da mônada, aquele ser que está além da origem cósmica, pois então ele se mescla com a origem divina, que está na essência e pureza da nona dimensão.

Quando alguém recolhe em si uma conexão importante com a sua essência, pode viver no mundo sem ser do mundo. Isso tenho escrito bastante, e está no livro verde, na parte que fala que se pode viver quase hipocritamente no mundo, com alegria, mas sabendo de sua verdadeira vida e origem. Isso nos deve trazer a consciência de que assim, não importa mais o que se faça no sentido de poder experimentar um conhecimento de uma outra corrente de energia, pois o que está integrado, o nível atingido, não se desfaz mais. Mas é preciso estar certo disso e ter claro que o objetivo não é para a elevação, pois isso já foi conseguido antes. Isso seria apenas pelo físico, pelo convívio ou pela satisfação pessoal.
Mas se alguém pratica algo porque internamente descobriu que isso era da sua origem de alma ou de grupo interno, vai estar apenas repetindo práticas passadas, de seu passado e do passado da Terra, e que não levarão a nenhum lugar que não para o da repetição de um padrão vigente ou ultrapassado.
É preciso estar além da alma para entender o processo interno e para entender quem de fato se é.
O que poderia interferir no campo energético de alguém desse nível, seriam iniciações desnecessárias, conexões e invocações que estivessem aquém de seu progresso já alcançado.


9. SOBRE ENERGIA SEXUAL E PRÁTICA ESPIRITUALISTA
Diferentemente do que foi ensinado até aqui, a prática espiritual atual não trabalha diretamente com a energia sexual. A visão é um pouco diferente. Temos que considerar que na sua grande maioria, a literatura de base estava recheada de crenças, ideias, dogmas e normas de conduta muito mais relativas a conceitos “morais” que de fato ao processo espiritual e interno. Muitas ideias de celibato e mesmo da conservação da energia surgiram desses dogmas e ideias religiosas.
Tendo como base tudo o que já escrevi sobre a energia sexual, o sexo e a pratica sexual, é preciso ser muito tranquilo neste aspecto. É preciso deixar a energia sexual fluir, sem jamais reprimir. Há casos onde o sentido ou a sensação do orgasmo pode ser muito importante, até mesmo para trazer o poder pessoal de volta a uma pessoa com problemas de personalidade. Mas há casos nos quais a perda da energia com o orgasmo atrapalharia um processo de atingir seu final.
São muitos aspectos a se considerar e é preciso muito discernimento para poder seguir com moderação, mas sem repressão ou com uma prática constante, mas com intensa troca e aproveitamento por um casal.
Nos casos de acúmulo necessário, a troca por um casal ,ou mesmo solitária, de fazer o fluxo ser voltado para dentro, possibilita que a energia seja aproveitada no corpo físico e emocional, circulando e irradiando para fora, criando uma conexão com o superior ou com níveis mais sutis, após as limpezas que provoca nos corpos mais densos.
Em casos de perda, há aquelas aberturas para o emocional ou astral, mas também pode ser apenas uma troca de pontos de vista ou de uma fase que precisa ser mesmo descartada.
Muito discernimento e uma atitude de grande inteligência nesse processo é o que se espera de um praticante serio da arte do crescimento interno. Para entender melhor isso aqui escrito, lê o capítulo 8.3 do livro verde.


Há muitos outros textos para serem incluídos aqui, mas trabalharei neles e irei postando cada um individualmente no blog.
Para o momento, isso:

Seguimos...

Jardim e Milton, seguindo...